Dark Requiems And Unsilent Massacre
Thy souls in flames of anger, and cruelty cradle thee
In times of war and dragons lore, unleashing unto me
Deepest red born winter, for none so dark as thou
With kaos as its figurines, and monuments of stone
Invoke to thee, dark majesty silence told in darkness breathe
Shall soak with blood in secrets told through forests dusk of putrid dreams
Stained with blood our seal shall be alive
Suffering, indulged in sin as flesh and fire are one within
Raping heavens to the thunders roar
Bring forth the circle and the skys we shall command
And deathly haunting avalon forever in this land
With hate embracing vengeance of power on thy seal
Shall blessedly affect their death, enchanting all surreal
Blackening kaos ripping through my soul
Beneath souls of infinite light, as darkness falls upon all
As invocations of terror and destruction
Condemn and deny those of feeble weakness
Upon the altar
Darkness destroy thou
We are of winter
Release seals of death
All about this ruined tomb, fragment silence of forever
Dreaming ancient winters in the moonlight
SIlence of forever drowning
And fall, embrace me to the sun
And failed to wake, to be then forsaken
As gardens die and heavens shake
We are the silence of forever burning bright
Darkness, crawls in all eternity
As fear be their martyr
Draped in darkest ebony
Upon the altar darkness reaches through my soul
Enchanting in the garden be thy kingdom on the throne
Dark satanic majesty, give unto me the seal of the damned
So that I may conjure thee, as infinity burns
The reflections of deepest emotion burning within
Death and all avalon awaiting, as blackness surrounding,
Immortality prevail in emotion... in emotion...
Anoo nomine satanas nightfall...
In the name of the dark one
Ad majorem satanas gloreiam
Requiem Sombrio e Massacre Silencioso
Tuas almas em chamas de raiva, e crueldade te embalam
Em tempos de guerra e lendas de dragões, desatando sobre mim
O mais profundo vermelho nasce no inverno, pois nenhum é tão escuro quanto tu
Com o caos como suas figuras, e monumentos de pedra
Invoco a ti, majestade sombria, silêncio contado na escuridão respira
Deverá se embriagar com sangue em segredos contados através das florestas ao crepúsculo de sonhos podres
Manchados de sangue nosso selo deverá estar vivo
Sofrendo, entregues ao pecado enquanto carne e fogo são um só
Estuprando os céus ao rugido dos trovões
Tragam o círculo e os céus que iremos comandar
E a morte assombrosa de avalon para sempre nesta terra
Com ódio abraçando a vingança do poder em teu selo
Deverá abençoar suas mortes, encantando tudo surreal
Kaos negro rasgando minha alma
Sob almas de luz infinita, enquanto a escuridão cai sobre todos
Como invocações de terror e destruição
Condenem e neguem os de fraqueza débil
Sobre o altar
A escuridão destrói-te
Nós somos do inverno
Libere selos de morte
Por toda esta tumba arruinada, fragmento do silêncio do para sempre
Sonhando invernos antigos à luz da lua
Silêncio do para sempre afogando
E caia, abrace-me ao sol
E falhei em acordar, para ser então abandonado
Enquanto jardins morrem e os céus tremem
Nós somos o silêncio do para sempre queimando intensamente
A escuridão rasteja por toda a eternidade
Enquanto o medo é seu mártir
Vestido em ébano mais escuro
Sobre o altar a escuridão alcança minha alma
Encantando no jardim seja teu reino no trono
Majestade satânica negra, dá-me o selo dos condenados
Para que eu possa conjurar-te, enquanto a eternidade queima
As reflexões da mais profunda emoção queimando dentro
A morte e todo avalon aguardando, enquanto a escuridão nos cerca,
A imortalidade prevalece na emoção... na emoção...
Anoo nomine satanas ao cair da noite...
Em nome do ser sombrio
Ad majorem satanas gloreiam
Composição: Hecate Enthroned