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Nos dias calmos

Helevorn

Els dies Tranquilis

Calla, Azbe, I escolta
Aquest silenci vast, ferit d’aromes I colors terribles
Ara és el temps que els arbres s’equivoquen
I els ocells, desesmats, mosseguen les tres cares de la nit

Ningú no resa dins la casa dels somnis
Ningú no cau pels escalons del cel
I la precisa maquinària del temps
Fulgent prodigi de peces I engranatges
Va girant de cap enrera, roent, xerriquejant

Torna la llet a les sines pansides
Lentament la carn es despodreix
I les arbredes arrelen cap al cel

La llum retorna cap al sol
Passat la lluna (passat la lluna)

I un déu de pedra sura sobre el mar
Calla, Azbe, I escolta
Aquest silenci vast
Tu I jo, dolça I tràgica Azbe
Encara no hem nascut

Now is when all nature dies
Human nature darkens skies
When all is lost I look to you (and you alone)
I seek shelter from the rain

All I have done I’ve done for you
(And you can’t live with that)
You want everything that I am

Back in a time when things were dark (a veil of dim obscurity)
From the mould of clay we came to earthen jars of weariness

From where we came to where we are
(Bodies of life to veins of vinegar)
We were so pure, where are we now?
(Faith in man forfeits its lure)

Punctured by smells and fierce colors
(White hot, streaking, shining in the sky)
One last streak until I die
(White hot, streaking, shining in the sky)

White hot, streaking, shining in the sky
(White hot, streaking, shining in the sky)
You mean all to me
(White hot, streaking, shining in the sky)
(White hot, streaking, shining in the sky)
One last streak until I go
(White hot, streaking, shining in the sky)
You mean all to me that
(White hot, streaking, shining in the sky)
You mean all to me that

Nos dias calmos

Cale a boca, Azbe, e ouça
Este vasto silêncio, ferido por aromas e cores terríveis
Agora é a hora das árvores darem errado
E os pássaros, indefesos, mordem os três rostos à noite

Ninguém está orando dentro da casa dos sonhos
Ninguém cai nos degraus do céu
E as máquinas precisas da época
Prodígio fulgente de peças e engrenagens
Ele está girando para trás, rugindo, conversando

Volte o leite para as passas
Lentamente a carne se decompõe
E as árvores estão enraizadas no céu

A luz volta ao sol
Passado a lua (passado a lua)

E um deus de pedra flutua no mar
Cale a boca, Azbe, e ouça
Esse vasto silêncio
Você e eu, doce e trágico Azbe
Ainda não nascemos

Agora é quando todos os dias da natureza
A natureza humana escurece os céus
Quando tudo está perdido, olho para você (e você sozinho)
Eu procuro abrigo da chuva

Tudo o que eu fiz, fiz por você
(E você não pode viver com isso)
Você quer tudo o que eu sou

No tempo em que as coisas estavam escuras (um véu de obscuridade obscura)
Do molde de barro chegamos a jarros de barro de cansaço

De onde viemos para onde estamos
(Corpos de vida para os vizinhos de vinagre)
Nós éramos tão puros, onde estamos agora?
(A fé no homem perde a sua atração)

Perfurado por cheiros e cores ferozes
(Branco quente, listras, brilhando no céu)
Uma última raia até eu morrer
(Branco quente, listras, brilhando no céu)

Branco quente, listras, brilhando no céu
(Branco quente, listras, brilhando no céu)
Você significa tudo para mim
(Branco quente, listras, brilhando no céu)
(Branco quente, listras, brilhando no céu)
Uma última raia até eu ir
(Branco quente, listras, brilhando no céu)
Você significa tudo para mim que
(Branco quente, listras, brilhando no céu)
Você significa tudo para mim que

Composição: