Caress Of The Dead
Desecrator, the way the world sees me
To hold you near eternally
Isolation in necrophilia
Preserved in your crypt memorabilia
Confessed why Im so strange
Molest I am deranged
Possessed by your living soul
Obsessed I cannot let go
I crave the blank stare in your eyes
The feeling of cold flesh
Caress of the dead
In the darkness I hear you so clearly
Dark twisted thoughts on dead lips I feed
My carcass of love dissected of stench, death
Exhumed for my lust, entombed for my needs
Confessed why Im so strange
Molest I am deranged
Possessed by your living soul
Obsessed I cannot let go
I crave the blank stare in your eyes
The feeling of cold flesh
Caress of the dead
Feeling, seeing, most appealing, bitting, grinding lifeless love
Guilty pleasure, rigor treasure, hardening flesh fits like a glove
How can a world be so cruel?
To not see what you mean to me
The time is here, my dear
And I now must set you free
I hope you can hear, I hope you can see me
Your eyes of glass only just stare
Desecrator the way the world saw me
Inamorata they take you away
Confessed why Im so strange
Molest I am deranged
Possessed by your living soul
Obsessed I cannot let go
I crave the blank stare in your eyes
The feeling of cold flesh
Caress of the dead
Carícia dos Mortos
Profanador, do jeito que o mundo me vê
Te segurar perto eternamente
Isolamento em necrofilia
Preservado nas suas lembranças de cripta
Confessei por que sou tão estranho
Sou um pervertido, estou fora de mim
Possuído pela sua alma viva
Obcecado, não consigo deixar ir
Eu anseio pelo olhar vazio nos seus olhos
A sensação da carne fria
Carícia dos mortos
Na escuridão eu te ouço tão claramente
Pensamentos sombrios e distorcidos em lábios mortos que alimento
Meu cadáver de amor dissecado de fedor, morte
Exumado pela minha luxúria, sepultado pelas minhas necessidades
Confessei por que sou tão estranho
Sou um pervertido, estou fora de mim
Possuído pela sua alma viva
Obcecado, não consigo deixar ir
Eu anseio pelo olhar vazio nos seus olhos
A sensação da carne fria
Carícia dos mortos
Sentindo, vendo, mais atraente, mordendo, triturando amor sem vida
Prazer culpado, tesouro rigoroso, carne endurecendo se encaixa como uma luva
Como pode um mundo ser tão cruel?
Não ver o que você significa pra mim
A hora chegou, minha querida
E agora eu preciso te libertar
Espero que você possa ouvir, espero que você possa me ver
Seus olhos de vidro apenas me encaram
Profanador, do jeito que o mundo me viu
Inamorata, eles te levam embora
Confessei por que sou tão estranho
Sou um pervertido, estou fora de mim
Possuído pela sua alma viva
Obcecado, não consigo deixar ir
Eu anseio pelo olhar vazio nos seus olhos
A sensação da carne fria
Carícia dos mortos