Saturno
Vuelves en cada sueño que tengo
Caigo de nuevo en tu red
Sé que tarda un tiempo
Curarme de ti de una vez
Tuve tantos momentos felices
Que olvido lo triste que fue
Darte, de mi alma
Lo que tú echaste a perder
Yo no quería amarte
Tú me enseñaste a odiarte
Todos los besos que me imaginé
Vuelven al lugar donde los vi crecer
En Saturno
Viven los hijos que nunca tuvimos
En Plutón
Aún se oyen gritos de amor
Y en la Luna
Gritan a solas tu voz y mi voz
Pidiendo perdón
Cosa que nunca pudimos hacer peor
Tienes la misma culpa que tengo
Aunque te cueste admitir
Que sientes como siento
La almohada no suele mentir
Yo no quería amarte
Tú me enseñaste a odiarte
Todos los besos que me imaginé
Vuelven al lugar donde los vi crecer
En Saturno
Viven los hijos que nunca tuvimos
En Plutón
Aún se oyen gritos de amor
Y en la Luna
Gritan a solas tu voz y mi voz
Pidiendo perdón
Cosa que nunca pudimos hacer peor
Gritan a solas tu voz y mi voz
Pidiendo perdón
Cosa que nunca pudimos hacer
Cosa que nunca pudimos hacer peor
Saturno
Você volta em cada sonho que eu tenho
Caio de novo na sua rede
Sei que leva um tempo
Pra me curar de você de uma vez
Tive tantos momentos felizes
Que esqueço o quanto foi triste
Te dar, da minha alma
O que você jogou fora
Eu não queria te amar
Você me ensinou a te odiar
Todos os beijos que eu imaginei
Voltaram pro lugar onde eu vi crescer
Em Saturno
Vivem os filhos que nunca tivemos
Em Plutão
Ainda se ouvem gritos de amor
E na Lua
Gritam sozinhos sua voz e minha voz
Pedindo perdão
Coisa que nunca pudemos fazer pior
Você tem a mesma culpa que eu tenho
Mesmo que custe a admitir
Que sente como eu sinto
O travesseiro não costuma mentir
Eu não queria te amar
Você me ensinou a te odiar
Todos os beijos que eu imaginei
Voltaram pro lugar onde eu vi crescer
Em Saturno
Vivem os filhos que nunca tivemos
Em Plutão
Ainda se ouvem gritos de amor
E na Lua
Gritam sozinhos sua voz e minha voz
Pedindo perdão
Coisa que nunca pudemos fazer pior
Gritam sozinhos sua voz e minha voz
Pedindo perdão
Coisa que nunca pudemos fazer
Coisa que nunca pudemos fazer pior