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CÚPULA CRÍPTICA

Heretic Brazil

CRYPTIC DOME

Halls of flames and fields of bones
Astral planes and cursed unknowns
Battle still, reality breaks
With every spell, the cosmos shakes

Grim osiris turns his face
Refusing both a final place
No victor crowned, no final breath
Only endless sorcerous death

I summoned storms, I split the stars
I shattered tombs and sealed the scars
Yet still you stand, still you fight
Will this war eclipse the night?
I walked through hell before I plead
I raised the dead and killed desease

I walk alone with no disguise
I raise the dead I heal the blind
Reborn in flesh to fight again
A cursed sorcerer once dethroned
A lightining cracks

The cryptic dome

Forever dammed to wage their war
The gates of death remains no more

They're lost before they can begin
They carve their notes in lonely stone
Unknow, unseen, unheard, alone
Like secrets kept in pyramids halls
Their genius buried in the walls
No marble stage no thrones of fame
Some lone guitars without a name
But still the play their fingers bleed

Composing truths no world will heal
In future days of wires and steel

With no reward but their desire
A melody without a hand

CÚPULA CRÍPTICA

Salas de chamas e campos de ossos
Planos astrais e maldições desconhecidas
Batalha ainda, a realidade se quebra
Com cada feitiço, o cosmos treme

Osíris sombrio vira seu rosto
Recusando tanto um lugar final
Nenhum vencedor coroado, nenhum último suspiro
Apenas morte mágica sem fim

Eu convoquei tempestades, eu dividi as estrelas
Eu quebrei tumbas e selou as cicatrizes
Ainda assim você permanece, ainda luta
Essa guerra eclipsará a noite?
Eu caminhei pelo inferno antes de implorar
Eu ressuscitei os mortos e matei doenças

Eu ando sozinho sem disfarce
Eu ressuscito os mortos, eu curo os cegos
Renascido em carne para lutar de novo
Um feiticeiro amaldiçoado uma vez destronado
Um relâmpago estoura

A cúpula críptica

Para sempre condenado a travar suas guerras
Os portões da morte não existem mais

Eles estão perdidos antes de poderem começar
Eles esculpem suas notas em pedra solitária
Desconhecidos, invisíveis, inaudíveis, sozinhos
Como segredos guardados em salões de pirâmides
Seu gênio enterrado nas paredes
Sem palco de mármore, sem tronos de fama
Algumas guitarras solitárias sem nome
Mas ainda assim tocam até seus dedos sangrarem

Compondo verdades que nenhum mundo curará
Em dias futuros de fios e aço

Sem recompensa, apenas seu desejo
Uma melodia sem uma mão

Composição: