Márgenes Nocturnas
Cuando el cielo se acuesta em el río
Surgen las embarcaciones
Navengantes del vacío
En las márgenes nocturnas
Se hace mañana en el río
Todo queda lejano
El pasado se hace presente
El futuro es un mirante del río, río paraguay
Las ondas que vienen y que van
Traen el mapa de su mirada
No tardo, ya estoy allá
Voy a navegar por el río, río paraguay
Quando o céu adormece no rio
Surgem as embarcações
Navegantes do vazio
Nas margens noturnas
Quando amanhece no rio
Tudo parece distante
O passado se faz presente
O futuro é um mirante do rio, rio paraguai
Mirante do rio
Rio paraguai
As ondas que vêm e que vão
Trazem o mapa do seu olhar
Não demora eu já estou lá
A navegar no rio
Rio paraguai
Margens de noite
Quando o céu está o rio in
Vasos surgir
Vácuo Navengantes
Noite nas margens
É de manhã no rio
Tudo é longe
O passado está presente
O futuro é um mirante do rio, rio Paraguai
As ondas indo e vindo
Leve um mapa do seu olho
Não demorou, eu já estou lá
Navego o rio, rio Paraguai
Sem pausas ou Céu Quando rio
Surgem como Embarcações
Navigators fazer Vazio
Nas Margens noturnas
Amanhece Quando não rio
Tudo parece distante
Ou rosto Passado está presente
Ou futuro e hum Mirante do rio, rio Paraguai
Mirante do Rio
Rio Paraguai
Como as ondas vin e que Vão
Trazem ou fazer Seu Olhar mapa
Eu nao JÁ ESTOU demora a laser
Para navegar o rio não
Rio Paraguai
Composição: Márcio de Camillo, Rodrigo Teixeira