Medicina Húmeda
Permanece atenta
a los rasgos de la muerte
por amor al transparente
de la cárcel de los bosques
di algo que no es real
las plantas generosas quizás
no te dejen ir
donde las caras se desdoblan
lo que el ojo no ve
se cubre de enfermedad
figurando ser un rostro
el águila devora a la serpiente
Europa se aburre
balbucea en vez de hablar
y debería parar
de fabricar sus tinieblas
Santa María, Sabina(?) dice
Dios es azul
las costelaciones dicen
cobayo, barache, bastón y cruz
di algo que no es real
las plantas generosas quizás
no te dejen ir
donde las caras se desdoblan
los espectros conocidos
con nombre de gravedad
entre sus pliegues de piel un derrumbe(?)
que me incitará a explorar
Europa se aburre
balbucea en vez de hablar
y debería parar
de fabricar sus tinieblas
Europa se aburre
balbucea en vez de hablar
y debería parar
de fabricar sus tinieblas
Medicina Úmida
Permanece atenta
aos traços da morte
por amor ao transparente
da prisão das florestas
diga algo que não é real
as plantas generosas talvez
não te deixem ir
onde os rostos se desdobram
o que o olho não vê
se cobre de doença
figurando ser um rosto
a águia devora a serpente
A Europa se entedia
balbucia em vez de falar
e deveria parar
de fabricar suas trevas
Santa Maria, Sabina(?) diz
Deus é azul
as constelações dizem
cobayo, barache, bastão e cruz
diga algo que não é real
as plantas generosas talvez
não te deixem ir
onde os rostos se desdobram
os espectros conhecidos
com nome de gravidade
entre suas dobras de pele um desmoronamento(?)
que me incitará a explorar
A Europa se entedia
balbucia em vez de falar
e deveria parar
de fabricar suas trevas
A Europa se entedia
balbucia em vez de falar
e deveria parar
de fabricar suas trevas
Composição: Alan Boguslavsky / Enrique Bunbury / Joaquin Cardiel / Juan Valdivia / Pedro Andreu