¡Rueda, Fortuna!
Dime. ¿Acaso no todo tiempo
Futuro será mucho mejor?
¿Quién manipula las esperanzas
En beneficio propio?
Y prohibo la prestidigitación
Con la ilusión forastera
A las fuerzas que nos rodean
No les ofrezco resistencia
¿Cuántos millones de años formaron
Estos latidos en los que estamos?
¿Cuál es el punto en qué coinciden
Lo increíble y lo exacto?
La experiencia es la evidencia
Y las cuestiones mi fortaleza
Lo cotidiano ya no es real
O eso al menos quisiera
¡Rueda, fortuna!
¡Rueda, rueda, fortuna!
Contra las furias inoportunas
Que nos vuelven monstruos
¿Qué nos puso frente a frente
Del tictac y de la suerte?
Cierra el cerco de lo imposible
Lo imprevisible y providencial
El porvenir dura demasiado
Y el tiempo será una moda
Ya nada es como antes
O eso al menos quisiera
Roda, Fortuna!
Diga-me. Será que todo tempo
Futuro vai ser muito melhor?
Quem manipula as esperanças
Em benefício próprio?
E proíbo a prestidigitação
Com a ilusão estrangeira
Às forças que nos cercam
Não ofereço resistência
Quantos milhões de anos formaram
Esses batimentos em que estamos?
Qual é o ponto em que coincidem
O incrível e o exato?
A experiência é a evidência
E as questões minha fortaleza
O cotidiano já não é real
Ou isso ao menos gostaria
Roda, fortuna!
Roda, roda, fortuna!
Contra as fúrias inoportunas
Que nos transformam em monstros
O que nos colocou frente a frente
Do tictac e da sorte?
Fecha o cerco do impossível
O imprevisível e providencial
O futuro dura demais
E o tempo será uma moda
Nada é como antes
Ou isso ao menos gostaria
Composição: Pedro Andreu, Joaquin Cardiel, Enrique Bunbury, Alan Boguslavsky, Juan Valdivia