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Animus

Hibria

Animus

It is life's stated purpose to be lived
And thus, my stated purpose to live it
As time runs, I shall savor a stroll
As time stands still, I shall devour each moment
Be they fools, those who remember death only when confronted by it
I am but a man, with but a life
Guided by purpose

Born from silence, forged in flame
A shadow walks but knows its name
Through broken vows and scars that gleam
I rise again to chase the dream
The weight of doubt can't bury me
I've walked the edge, I've seen the sea

Animus!
Through despair I forge my crown
Aenima!
In the void I stand unbound
Animus!
Blood and spirit intertwine
Till the day that I die

Echoes call from the depths within
A war of flesh, a war of sin
No chains remain, no gods control
The will unbound reclaim the soul!
The fear dissolves, the heart believes
In blood and truth, the spirit breathes

Animus!
I was torn, but I remain
Aenima!
Through the scars I feel alive
Animus!
No surrender, no disguise
As animus survives

Feel my soul!

Animus

É o propósito declarado da vida ser vivida
E assim, meu propósito declarado é vivê-la
Enquanto o tempo corre, vou saborear um passeio
Enquanto o tempo para, vou devorar cada momento
Sejam tolos, aqueles que lembram da morte só quando confrontados com ela
Sou apenas um homem, com apenas uma vida
Guiado por um propósito

Nascido do silêncio, forjado na chama
Uma sombra caminha, mas sabe seu nome
Através de promessas quebradas e cicatrizes que brilham
Eu me levanto novamente para perseguir o sonho
O peso da dúvida não pode me enterrar
Eu andei na beira, eu vi o mar

Animus!
Através do desespero eu forjo minha coroa
Aenima!
No vazio eu permaneço livre
Animus!
Sangue e espírito se entrelaçam
Até o dia em que eu morrer

Ecos chamam das profundezas dentro
Uma guerra de carne, uma guerra de pecado
Nenhuma corrente permanece, nenhum deus controla
A vontade livre reivindica a alma!
O medo se dissolve, o coração acredita
Em sangue e verdade, o espírito respira

Animus!
Eu fui rasgado, mas eu permaneço
Aenima!
Através das cicatrizes eu me sinto vivo
Animus!
Sem rendição, sem disfarce
Enquanto o animus sobrevive

Sinta minha alma!

Composição: Vicente Telles, Ângelo Parisotto, Abel Camargo