Levantei meus olhos para o céu
E vi tua luz descer
E disse: O que é o homem
Que lhe ofereces tua cruz?
Não mereço essa Graça
Afasta-te de mim
Tamanha é minha desgraça
Indigno sou de ti
Indigno sou de ti
Mas tu me amaste tanto
Que morreste por mim
Meu corpo tão doente
Meu espírito também
Afundado na miséria
Bebendo amargo fel
Mas tua imensa piedade
Mudou minha má forma de viver
Tiveste tua clemência
E agora sou feliz
Agora são e salvo
Não preciso de mais nada
Só quero te ver
E contemplar teu rosto
Render-me a teus pés
Olhar-te cada vez mais
Deitar-me em teu peito
Para sempre, jamais