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Assim são elas

Hinojosa Nicho

Así son ellas

No hay que comprenderlas,
Solamente amarlas,
Las cosas mas bellas de esta creacion
Son las flores y ellas

No hay que comprenderlas
Pues son un dilema
De cada mirada de sus lindos ojos
Nacen mil poemas

A veces son dulces, cariñosas y tiernas
A veces tan solo palabras obscenas
Con duros reproches
Llenas de arrebatos
Pero asi son ellas.

Mañanas azules y tardes doradas,
Con sol y con lluvia,
Con risas y lagrimas,
Llenas de contrastes,
Luceros fugaces
Y a veces estrellas

Y es que asi son ellas
Angeles del cielo,
Ternura y pasion, odio y amor,
Seda y terciopelo.

A veces son dulces, cariñosas y tiernas
A veces tan solo palabras obscenas
Con duros reproches
Llenas de arrebatos
Pero asi son ellas.

Mañanas azules y tardes doradas,
Con sol y con lluvia,
Con risas y lagrimas,
Llenas de contrastes,
Luceros fugaces
Y a veces estrellas

No hay que comprenderlas, solamente amarlas

Assim são elas

Não há que compreendê-las,
Apenas amá-las,
As coisas mais lindas dessa criação
São as flores e elas.

Não há que compreendê-las
Pois são um dilema
De cada olhar de seus lindos olhos
Nascem mil poemas.

Às vezes são doces, carinhosas e ternas
Às vezes só palavras obscenas
Com duros reproches
Cheias de arrebatos
Mas assim são elas.

Madrugadas azuis e tardes douradas,
Com sol e com chuva,
Com risos e lágrimas,
Cheias de contrastes,
Estrelas cadentes
E às vezes estrelas.

E é que assim são elas
Anjos do céu,
Ternura e paixão, ódio e amor,
Seda e veludo.

Às vezes são doces, carinhosas e ternas
Às vezes só palavras obscenas
Com duros reproches
Cheias de arrebatos
Mas assim são elas.

Madrugadas azuis e tardes douradas,
Com sol e com chuva,
Com risos e lágrimas,
Cheias de contrastes,
Estrelas cadentes
E às vezes estrelas.

Não há que compreendê-las, apenas amá-las.

Composição: Antonio Castro, Arturo Castro