Eaten By Her Own Dinner
A rich fat pussy with nothing to think
Stared down the plug hole and fell in the sink
A rich fat pussy with nothing to stroke
Stuffed a tomato and started to choke
Smoked a tomato and punched in the tissues
That ruptured all over her mouth
A rich fat pussy in a sea of milk
Of fur and flags and skin and silk
But choking on a rubber gnat
Her feet stuck out beneath her hat
She was eaten by her own dinner
Eaten by her own dinner
The chandelier went down on her and covered her with crystal twigs
There's no way back tonight my friend
As waves of gravy swamped her thighs
Her skin is full of money
Her mouth is full of meat
And she makes love to everybody
Walking down the street
Avocados filled her breast
Cauliflower filled her brain
Ripe bananas were her fingers
Syrup flowed through every vein
Her lungs inflated by chapatis
Fragile spicy valves of air
For what was hair, but now is seaweed
Mackerel sprouted everywhere
And what had been her handsome nude
Was now a writhing mass of food
As meat and vegetables, too
Ganged up upon the creature who
Had preyed on them so long
So long
Bye bye
She was eaten by her own dinner
Eaten by her own dinner
Eaten by her own dinner
Eaten by her own dinner
Eaten by her own dinner
Eaten by her own dinner
Eaten by her own dinner
Devorada pelo Próprio Jantar
Uma gata rica e gorda sem nada pra pensar
Olhou pra pia e caiu no ralo
Uma gata rica e gorda sem nada pra acariciar
Enfiou um tomate e começou a engasgar
Fumou um tomate e se esbaforou nos lenços
Que estouraram na boca dela
Uma gata rica e gorda em um mar de leite
De pelos, bandeiras, pele e seda
Mas engasgando com um mosquito de borracha
Os pés dela saíam debaixo do chapéu
Ela foi devorada pelo próprio jantar
Devorada pelo próprio jantar
O lustre desabou sobre ela e a cobriu com galhos de cristal
Não há como voltar essa noite, meu amigo
Enquanto ondas de molho invadiam suas coxas
A pele dela tá cheia de grana
A boca dela tá cheia de carne
E ela transa com todo mundo
Andando pela rua
Abacates enchiam seu peito
Couve-flor enchia seu cérebro
Bananas maduras eram seus dedos
Xarope fluía por cada veia
Seus pulmões inflacionados por chapatis
Válvulas de ar picantes e frágeis
Pois o que era cabelo, agora é alga
Cavala brotava por toda parte
E o que tinha sido seu corpo nu bonito
Era agora uma massa contorcida de comida
Enquanto carne e vegetais, também
Se uniam contra a criatura que
Os caçou por tanto tempo
Tanto tempo
Tchau tchau
Ela foi devorada pelo próprio jantar
Devorada pelo próprio jantar
Devorada pelo próprio jantar
Devorada pelo próprio jantar
Devorada pelo próprio jantar
Devorada pelo próprio jantar
Devorada pelo próprio jantar