Damned By Judges
The ancient parchment, unrolled before me
Hands of unseen pull in greed
Calmly, opened up before me
Nurturing a burning need
Once a dream I know the moment
Free for now, but fading fast
Unprepared I gaze upon that which brings forbidden sight
Blind my eyes, lights so bright
The penalty of fools who try
In vain to do what greater men have failed
The penalty of fools who try
In vain to do what greater men have failed
Into the wooden cross be nailed
Damned by judges
Sentenced by the court of law
Innocence, no longer matters
Helpless in my pleas for justice
Decisions, from the pharisees
Condemned, without a chance to prove
Truth, is just a changing thought
Controlled by those who take, for them and
Kept by wealthy lie protection
Vaults hold sacred shrines of power
Enforced by violent truths that change
Fitting different lies to have
A way to break the common man
Thrown in cells to keep the order
Sentenced there by stronger hands
Condenado pelos Juízes
O antigo pergaminho, desenrolado diante de mim
Mãos invisíveis puxam com ganância
Calmamente, se abriu diante de mim
Nutrindo uma necessidade ardente
Uma vez um sonho, eu conheço o momento
Livre por agora, mas desaparecendo rápido
Despreparado, olho para aquilo que traz visão proibida
Cega meus olhos, luzes tão brilhantes
A pena dos tolos que tentam
Em vão fazer o que homens maiores falharam
A pena dos tolos que tentam
Em vão fazer o que homens maiores falharam
Na cruz de madeira, ser pregado
Condenado pelos juízes
Sentenciado pelo tribunal da lei
Inocência, não importa mais
Desamparado em meus apelos por justiça
Decisões, dos fariseus
Condenado, sem chance de provar
A verdade, é apenas um pensamento mutável
Controlada por aqueles que tomam, para eles e
Mantida pela proteção das mentiras ricas
Cofres guardam sagrados santuários de poder
Impostos por verdades violentas que mudam
Ajustando mentiras diferentes para ter
Uma maneira de quebrar o homem comum
Jogados em celas para manter a ordem
Sentenciados ali por mãos mais fortes