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Com um Gesto

Hora Zulu

Con un Gesto

Eché en un rato el resto
Me detesté por escrito
Me reproché hasta este gesto
De dejarlo tan bonito
Pensé: Visto y no visto
Llevo el mundo por montera
Que se enteren de que existo
Mis conflictos para fuera

Buscas algo en un papel, pero este a ti se enfrenta
No te deja sacarle versos, sudarás tinta pero tú intenta
Solamente por ponerte un día a intentar lloraste tientos
Hoy se trata de hacerlo tú solo Bartolo, así que aplícate el cuento

Que ya basta de gastar todo el crédito que ganaste
Piensa en esto en un segundo
Todo puede darse al traste
Con un gesto
Se te van solas las horas
Y ves que no das a basto
Harás tu agosto a su costa
Es lo justo, por supuesto

Eché en un rato el resto
Me detesté por escrito
Me reproché hasta este gesto
De dejarlo tan bonito
Pensé: Visto y no visto
Llevo el mundo por montera
Que se enteren de que existo
Mis conflictos para fuera

El reto es no ser concreto
No hay mas secreto en el rito
Pues se trata solamente
De arrancarse un pedacito
De lo que queda marchito
De un corazón incompleto
Hoy se trata de perderme
Por escrito hasta el respeto

Me supe vender barato
No me quedé con los datos
Ya pagué por esos platos
Factura no necesito
Pero siendo predicado
Y predicador del sujeto
Nunca siento si me miento
Como que me extralimito

Eché en un rato el resto
Me detesté por escrito
Me reproché hasta este gesto
De dejarlo tan bonito
Pensé: Visto y no visto
Llevo el mundo por montera
Que se enteren de que existo
Mis conflictos para fuera

Eché en un rato el resto
Me detesté por escrito
Me reproché hasta este gesto
De dejarlo tan bonito
Pensé: Visto y no visto
Llevo el mundo por montera
Que se enteren de que existo
Mis conflictos para fuera

Eché en un rato el resto
Me detesté por escrito
Me reproché hasta este gesto
De dejarlo tan bonito
Pensé: Visto y no visto
Llevo el mundo por montera
Que se enteren de que existo
Mis conflictos para fuera

Com um Gesto

Joguei de uma vez o resto
Me odiei por escrito
Me recriminei até esse gesto
De deixar tudo tão bonito
Pensei: Visto e não visto
Carrego o mundo na cabeça
Que saibam que eu existo
Meus conflitos pra fora

Você busca algo em um papel, mas ele te enfrenta
Não deixa você tirar versos, vai suar tinta, mas tenta
Só por tentar um dia você chorou tentos
Hoje é pra fazer sozinho, Bartolo, então se aplica no conto

Já chega de gastar todo o crédito que você ganhou
Pensa nisso por um segundo
Tudo pode ir pro ralo
Com um gesto
As horas vão embora sozinhas
E você vê que não dá conta
Vai fazer seu agosto às custas dele
É justo, claro

Joguei de uma vez o resto
Me odiei por escrito
Me recriminei até esse gesto
De deixar tudo tão bonito
Pensei: Visto e não visto
Carrego o mundo na cabeça
Que saibam que eu existo
Meus conflitos pra fora

O desafio é não ser concreto
Não há mais segredo no rito
Pois se trata somente
De arrancar um pedacinho
Do que ainda está murchando
De um coração incompleto
Hoje é pra me perder
Por escrito até o respeito

Eu soube me vender barato
Não fiquei com os dados
Já paguei por esses pratos
Nota não preciso
Mas sendo pregador
E pregado do sujeito
Nunca sinto se me minto
Como se eu me extrapolasse

Joguei de uma vez o resto
Me odiei por escrito
Me recriminei até esse gesto
De deixar tudo tão bonito
Pensei: Visto e não visto
Carrego o mundo na cabeça
Que saibam que eu existo
Meus conflitos pra fora

Joguei de uma vez o resto
Me odiei por escrito
Me recriminei até esse gesto
De deixar tudo tão bonito
Pensei: Visto e não visto
Carrego o mundo na cabeça
Que saibam que eu existo
Meus conflitos pra fora

Joguei de uma vez o resto
Me odiei por escrito
Me recriminei até esse gesto
De deixar tudo tão bonito
Pensei: Visto e não visto
Carrego o mundo na cabeça
Que saibam que eu existo
Meus conflitos pra fora

Composição: Francisco Luque Gallardo / RdeRumba