Sentimental y Solo
Cuando recuerdo solo viejos tiempos que vivimos
Pedacito de luz
Siento sonar campanas
Campanas que cantaban porque tú me amabas
Como a nadie
Ay amor, soledad que nos da el adiós
Lejana callecita vuelo y llanto de palomas
Si la vieras pasar
Cuéntale mis nostalgias
Dile que yo me muero porque ya sus ojos no me miran
Cielo azul
Agüita de rocío y luz
Procuraré encontrar la estrella que perdimos lejos
Donde mi guitarra grabó tu piel
Rosa de fuego candente
Pobre flor, sangra bajo el Sol
Florcita campesina cantoral del pensamiento
Golondrina sin luz
Costumbre azucena
Me sube por las venas tu calor de rojas amapolas
Pobre flor
Tu boca muerde mi dolor
Suicida penitente voy en busca de tu cielo
Campanario frutal
Arráncame esa espina
Errante y peregrina tu pollera baila zamba y cielo
Ay amor castigo de la sin razón
Sentimental e Solo
Quando me lembro apenas dos velhos tempos que vivemos
Um pouco de luz
Sinto sinos tocando
Sinos que cantaram porque você me amou
Como ninguém
Ai amor, solidão que nos dá adeus
Pequena rua distante voando e pombos chorando
Se você a viu passar
Diga a ele minha saudade
Diga a ele que estou morrendo porque seus olhos não olham mais para mim
Céu azul
Água de orvalho e luz
Vou tentar encontrar a estrela que perdemos longe
Onde minha guitarra gravou sua pele
Rosa vermelha quente de fogo
Flor pobre sangra ao sol
Flor do Pensamento Camponês Cantoral
Andorinha sem luz
Costume lírio
Seu calor de papoula vermelha sobe em minhas veias
Flor pobre
Sua boca morde minha dor
Suicídio penitente Estou procurando o seu paraíso
Torre sineira de frutas
Arrancar aquele espinho
Vagueando e peregrina, tua saia dança zamba e céu
Oh amor, punição sem motivo
Composição: Horacio Guarany