The Stranger
The sleeper awakens
To an estranged abode
Aeons ensconced in cimmerian shade
A cherub defrocked unearths true grace
Shield my eyes from the light
Innocent retinas deserve no such torture
It derives from hominid hands
The greatest sin of all
A ruse for feeble minds
We are the philosophers of grime
Sovereigns of creation
Eternity ornate
Tending threads with the fates
Fuck all the angels
Heaven torn down
By frail convictions
Mercy begged through twisted benedictions
Not indiscriminate malevolence
But reason’s new dawn
Stripped of ancient sins
We flirt with the shroud of infinity
Tempting utopia
We bend not but with the cosmic winds
We are sons of the stars
To each, divinity; unfathomable acuity
The only darkness
A freedom from malicious light
Oracles of the vermillion sunrise
O estranho
O dorminhoco desperta
Para um domicílio distante
Aeons abrigados em tom cimério
Um querubim defrocked desenterra a verdadeira graça
Proteja meus olhos da luz
Retinas inocentes não merecem tal tortura
Deriva de mãos hominídeas
O maior pecado de todos
Um truque para mentes fracas
Nós somos os filósofos da sujeira
Soberanos da criação
Eternidade ornamentada
Tendendo tópicos com os destinos
Foda-se todos os anjos
Céu destruído
Por convicções frágeis
Misericórdia implorou por benedictions torcidos
Malevolência não indiscriminada
Mas o novo amanhecer da razão
Despojado de pecados antigos
Nós flertamos com a mortalha do infinito
Utopia tentadora
Nós não nos dobramos, mas com os ventos cósmicos
Nós somos filhos das estrelas
Para cada um, divindade; acuidade insondável
A única escuridão
Uma liberdade da luz maliciosa
Oráculos do nascer do sol vermelhão