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PARANOIA (Versão Demo)

House 33 (Thirdy Three)

PARANOIA (Demo Version)

Shadows dance, on the wall they creep
Every creak and groan, keeps me from sleep
A whisper in the wind, a rustle in the leaves
My mind races, a constant, nervous weave

Paranoia, a haunting embrace
A prison of fear, I can't escape
Every glance, every word, a hidden threat
My sanity unraveling, a thread I can't reset

Eyes follow me, from every corner unseen
I feel their gaze, a constant, chilling scene
A world of mistrust, where shadows prevail
My trust eroded, a fragile, crumbling sail

Paranoia, a haunting embrace
A prison of fear, I can't escape
Every glance, every word, a hidden threat
My sanity unraveling, a thread I can't reset

The lines blur, between reality and dread
A voice inside, whispers of what's ahead
Is it paranoia, or a truth untold?
A game of shadows, a story yet to unfold

Paranoia, a haunting embrace
A prison of fear, I can't escape
Every glance, every word, a hidden threat
My sanity unraveling, a thread I can't reset

I search for answers, but find only doubt
Lost in a maze, where fear cries out
The world I knew, now twisted and strange
A prisoner of paranoia, in this endless, haunting change

PARANOIA (Versão Demo)

Sombras dançam, na parede elas se arrastam
Cada rangido e gemido, me impede de dormir
Um sussurro no vento, um farfalhar nas folhas
Minha mente acelera, um entrelaçar nervoso e constante

Paranoia, um abraço assombroso
Uma prisão de medo, da qual não consigo escapar
Cada olhar, cada palavra, uma ameaça oculta
Minha sanidade se desfazendo, um fio que não consigo reatar

Olhos me seguem, de cada canto invisível
Sinto seu olhar, uma cena constante e gelada
Um mundo de desconfiança, onde as sombras dominam
Minha confiança erodida, uma vela frágil e em ruínas

Paranoia, um abraço assombroso
Uma prisão de medo, da qual não consigo escapar
Cada olhar, cada palavra, uma ameaça oculta
Minha sanidade se desfazendo, um fio que não consigo reatar

As linhas se confundem, entre a realidade e o medo
Uma voz interior, sussurra sobre o que está por vir
É paranoia, ou uma verdade não contada?
Um jogo de sombras, uma história ainda por se revelar

Paranoia, um abraço assombroso
Uma prisão de medo, da qual não consigo escapar
Cada olhar, cada palavra, uma ameaça oculta
Minha sanidade se desfazendo, um fio que não consigo reatar

Busco por respostas, mas só encontro dúvida
Perdido em um labirinto, onde o medo grita
O mundo que conhecia, agora distorcido e estranho
Um prisioneiro da paranoia, nesta mudança eterna e assombrosa

Composição: