Raw
RAW
Tajomné lesy odeté,
v pestrých farbách jesene.
Chladné lúèe slneèné,
odkrývajú miesta
veèného spánku,
kde màtvych dych
patrí len vetru.
Lístie hladí zem padlých predkov,
zakrývajúc miesta veèného spánku,
v zemi zmizli tí, ktorí už nevstanú,
život vystriedal chlad a z tela prach,
osud už nevráti to èo si vzal,
ostalo len telo spoèívajúc v útrobách.
No duša veène živá putuje svetom,
sprevádzaná dažïom a jesenným vetrom,
hladí zem spánku padlých,
v tieni mohýl.
Ráw !
Cru
CRU
As árvores estão vestidas,
com as cores vibrantes do outono.
Os frios campos ensolarados,
revelam lugares
do sono eterno,
onde o último suspiro
pertence apenas ao vento.
As folhas acariciam a terra dos ancestrais,
cobrindo os lugares do sono eterno,
na terra desapareceram aqueles que não vão se levantar,
a vida trocou o calor pelo frio e do corpo só restou pó,
o destino não trará de volta o que levou,
restou apenas o corpo repousando nas entranhas.
Mas a alma eternamente viva viaja pelo mundo,
acompanhada pela chuva e pelo vento de outono,
acariciando a terra do sono dos caídos,
a sombra das sepulturas.
Cru!