Vessel of Suffering
In the arms of perversity
To the reaches of profanity
Within ornate walls of stone
Voices echo a cry to be avenged
Unchained savagery is a testament of mockery
An aristocracy enshrouded in lies
Veiled in the guise of maternity
Rise, a call to the forlorn souls, tortured and broken
For soon shall come a day of reckoning
How long shall the crime of innocence be betrayed
With fire in our hearts we will to be freed
Upheld by the sacred rites of motherhood's strength
To sins of the flesh we're banished forever
Mother of darkness, arise
Revenge steeped in blood of stillborn child
Mother of darkness, arise
No more a vessel of suffering
In the arms of perversity
To the reaches of profanity
Within ornate walls of stone
Voices echo a cry to be avenged
Vaso de Sofrimento
Nos braços da perversidade
Até os confins da profanidade
Dentro de paredes de pedra ornamentadas
Vozes ecoam um grito por vingança
A selvageria desencadeada é um testemunho de zombaria
Uma aristocracia envolta em mentiras
Velada sob a aparência de maternidade
Levante-se, um chamado para as almas perdidas, torturadas e quebradas
Pois em breve virá um dia de acerto de contas
Por quanto tempo o crime da inocência será traído
Com fogo em nossos corações, queremos ser livres
Sustentados pelos ritos sagrados da força da maternidade
Para os pecados da carne, estamos banidos para sempre
Mãe das trevas, levante-se
Vingança imersa no sangue de um filho natimorto
Mãe das trevas, levante-se
Não mais um vaso de sofrimento
Nos braços da perversidade
Até os confins da profanidade
Dentro de paredes de pedra ornamentadas
Vozes ecoam um grito por vingança