The Edge of My perversion
Calvary, funeral chapel
the suffering because of the loss endures
I wander through paths of confussion
I become lost in alienation, never
Where have you gone? Why?
you won't get away from me
I keep your inert body
death hides your soul
you skin hides the pleasure
The edge of my perversion shines
the glint of the scalpel
will strip of your skin
I'll expose to view your carnality, flesh
Blood still warm is trickling down my hands
your essence, the feel of your uncovered muscles
your skin shed the stink
of flesh, on the tray, dead flesh
I slide into your dead body
a meeting after life
I'm not a necrophiliac
I'm beyond life and death, outside
I'm not a disbalanced person
flesh is flesh, my instinct, my destiny
Obsession, lust
established feelings
sin, blasphemy
what do they mean for us, sister?
À Beira da Minha Perversão
Calvário, capela de funeral
o sofrimento pela perda persiste
Eu vagueio por caminhos de confusão
me perco na alienação, nunca
Para onde você foi? Por quê?
você não vai escapar de mim
Eu mantenho seu corpo inerte
a morte esconde sua alma
a sua pele esconde o prazer
A beira da minha perversão brilha
a luz do bisturi
vai despir sua pele
Vou expor à vista sua carnalidade, carne
Sangue ainda quente escorre pelas minhas mãos
a sua essência, a sensação dos seus músculos descobertos
a sua pele exala o fedor
da carne, na bandeja, carne morta
Eu deslizo para o seu corpo sem vida
um encontro após a vida
Não sou um necrofílico
estou além da vida e da morte, fora
Não sou uma pessoa desequilibrada
carne é carne, meu instinto, meu destino
Obsessão, luxúria
sentimentos estabelecidos
pecado, blasfêmia
o que significam para nós, irmã?