Demiurg: Bílý antikrist
Strnutí starých kostí,
za zády slepota oèí,
co vidìly více než dosti
ve spirále, jež bìsy se toèí.
Zkøížiti kotníky, jen rozpažit ruce,
vprostøed mysli planoucí -
sebou samým prokláti srdce
a zardousit lhostejnost chøadnoucí.
Pak pokynout èíší napìtí,
nech ètvero hrotù lebkou proniká,
zaznívá køik, jež vábí prokletí
a s další ètveøicí trup se potýká!
„Stojím pevnì zaklesnut... Hoøím utváøením k výšinám...
Krvácím proudem otevøení... S génii elementem létám..."
Chladný kov od nohou se plazí,
jak z ocele had tìlo obtáèí -
jeho smìr vìdomím zamrazí...
Že opouští mì levou rukou postaèí!
„Chu nápoje Vùle... Vùnì spáleništì minulých...
Dotek, že skuteènost kol... Naslouchám tonùm, jež hovoøí..."
Zrakem a duchem uvádìných.
Bílý antikrist!
Demiurgo: Anticristo Branco
Estrondar de ossos antigos,
por trás, a cegueira dos olhos,
que viram mais do que o suficiente
na espiral que os demônios giram.
Cruzando os tornozelos, apenas abrindo os braços,
no meio da mente em chamas -
transpassar o próprio coração
e sufocar a indiferença que esfria.
Então acenar com o cálice da tensão,
que os quatro picos penetram o crânio,
essoa um grito que atrai a maldição
e com outro quarteto, o corpo se debate!
"Estou firme, preso... Queimo-me moldando para as alturas...
Sangro a corrente da abertura... Com gênios, no elemento eu voo..."
O metal frio rasteja dos pés,
como uma cobra de aço envolve o corpo -
a sua direção congela a consciência...
Que me abandona com a mão esquerda, é o suficiente!
"Sabor da bebida da Vontade... O cheiro do incêndio do passado...
Toque, que a realidade gira... Escuto os tons que falam..."
Com os olhos e o espírito guiados.
Anticristo Branco!