Ùn Possu Più
é l'aghju torna in core è stasera più forte
U dulore di l'ore è e sperenze morte
é a vechja canzona di i so falzi patti
L'addisperu chì tona e parulle è po l'atti
Quand'elli vultaranu
À dicci lu veranu
Vai vaici tù
Eo
Eo ùn possu più
U listessu cunsigliu è tanti sò partuti
L'avvene à testa o cigliu è i sogni caduti
é l'amarezza in gola isse limosine à sparte
À ritruvassi sola pè e strade diserte
é issu tempu chì mena
Nantu à listessa pena
Vai vai vaici tù
Eo eo
Eo ùn possu più
E pagine arrubbate in le nostre memorie
E bugie malate e chjame derisorie
é isse quistione poste à vulè campà quì
E so falze risposte è i basta cusì
Quand'elli vultaranu
À porghjeci a manu
Vai vai vaici tù
Eo eo
Eo ùn possu più ...
Não Suporto Mais
é a dor que volta no coração e esta noite mais forte
A dor das horas e as esperanças mortas
É a velha canção dos seus falsos pactos
O desespero que ecoa e as palavras e depois os atos
Quando eles voltarem
Pra nos dizer que é verão
Vai, vai embora você
Eu
Eu não suporto mais
O mesmo conselho e tantos já partiram
O futuro à frente ou atrás e os sonhos caídos
E a amargura na garganta, essas limosinas a dividir
Pra se encontrar sozinha pelas ruas desertas
E esse tempo que leva
Na mesma dor
Vai, vai embora você
Eu, eu
Eu não suporto mais
As páginas roubadas das nossas memórias
As mentiras doentes e as chamadas zombeteiras
E essas questões colocadas pra querer viver aqui
E suas falsas respostas e já basta assim
Quando eles voltarem
Pra nos estender a mão
Vai, vai embora você
Eu, eu
Eu não suporto mais ...
Composição: Gf Bernardini, Jean-Bernard Rongiconi