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Chamados para um Túmulo Global

Ignivomous

Beckoned To a Global Tomb

Imp of perversity at work on the soul of man
Spurring on towards the precipice

An obscene hunger for annihilation
Vicious impulse to drag down and destroy

Led like rats before the piper
By the poison of human nature

No escape from this cycle
For all energy has dissipated
And mankind crawls
Like a beggar on his knees

A beast howling in the dark, trapped for so many years
Now free to exalt in its barbarity

Beckoned to a global tomb
Grinding inexorable doom

Inexorable doom.....

Lost among the ashes
Common grave of all

Destroying just to destroy, raping life out of spite
We are all cannibals now....

Beckoned to a global tomb
Grinding inexorable doom

Coercion with force, Thoth Amon

Mass-grave of humanity, marked for all the ages
By monuments of sharp black iron
As a black rain falls amidst the dust
Shall we crawl the last mile into the pit?
It's not so far at all...

Trapped for so many years
Now free to exalt in barbarity

Pinioned by abjection
Through viciousness and squalor
From nowhere to nothing...

Chamados para um Túmulo Global

Impiedade em ação na alma do homem
Incitando-o em direção ao precipício

Uma fome obscena por aniquilação
Impulso cruel para arrastar e destruir

Levados como ratos diante do flautista
Pelo veneno da natureza humana

Sem escape desse ciclo
Pois toda energia se dissipou
E a humanidade rasteja
Como um mendigo de joelhos

Uma besta uivando na escuridão, presa por tantos anos
Agora livre para exaltar sua barbaridade

Chamados para um túmulo global
Moinho de um destino inexorável

Destino inexorável.....

Perdido entre as cinzas
Cova comum de todos

Destruindo só para destruir, estuprando a vida por despeito
Todos nós somos canibais agora....

Chamados para um túmulo global
Moinho de um destino inexorável

Coerção pela força, Thoth Amon

Cova coletiva da humanidade, marcada para todas as eras
Por monumentos de ferro negro afiado
Enquanto uma chuva negra cai em meio à poeira
Rastejaremos a última milha até o abismo?
Não está tão longe assim...

Presa por tantos anos
Agora livre para exaltar a barbaridade

Imobilizada pela abjeção
Através da crueldade e da miséria
Do nada para o nada...

Composição: