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Isabela

Igor Oliveira

Isabela meu amor
Tua bela atitude
De entoar um louvor
Aos anjos que nos cercam
E nos protegem do terror
Daqueles que pela maldade
Atentam contra nosso amor
Anima a meu pobre espírito

Ergueram-se os muros do destino
Dias depois daquela noite
Na areia da praia, conosco ao luar
Onde damos o primeiro beijo
Bem em frente ao mar
E se puseram as paredes entre nós
A fim de nos separar
Quem sabe se para nos testar

E o destino nos dividiu
Como folhas que se separam de seus galhos
Ao caírem, mergulhando até o chão
Numa tarde tranquila de outono
Sem alarde estamos agora
Separados mundo afora
Na esperança de nos encontrar
Sem novos amores, sem romances
Para não haver de um ao outro machucar

O destino separa para depois ajuntar
E sabemos que nossos caminhos
Hão de se acharem frente ao mar
Quando a Lua tocar as ondas
Nossas trilhas irão se encontrar

Isabela meu amor
Tua bela atitude
De entoar um louvor
Aos anjos que nos cercam
E nos protegem do terror
Daqueles que pela maldade
Atentam contra nosso amor
Anima a meu pobre espírito

Ergueram-se os muros do destino
Dias depois daquela noite
Na areia da praia, conosco ao luar
Onde damos o primeiro beijo
Bem em frente ao mar
E se puseram as paredes entre nós
A fim de nos separar
Quem sabe se para nos testar

E o destino nos dividiu
Como folhas que se separam de seus galhos
Ao caírem, mergulhando até o chão
Numa tarde tranquila de outono
Sem alarde estamos agora
Separados mundo afora
Na esperança de nos encontrar
Sem novos amores, sem romances
Para não haver de um ao outro machucar

O destino separa para depois ajuntar
E sabemos que nossos caminhos
Hão de se acharem frente ao mar
Quando a Lua tocar as ondas
Nossas trilhas irão se encontrar

Composição: Igor Oliveira da Silva