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Vem e Vai

ÍKARO MADRID

Viene y Va

Viene y va
Mirando al frente
Viene y va

Viene y va
Volviendo a verte
Viene y va

Que te fuiste y dejaste a solas la ciudad
Cargando las sombras de la libertad
Las huellas que hiciste volando se van

Viene y va
Viene y va

Roba versos, que yo pierdo el juicio
Si me desquicio, quítame la droga y sé mi vicio
Ahoga mis miedos en tus húmedos orificios
O me haces puentes o encontraré el precipicio, de nuevo
Háblame sucio
Te veo poco y loco
Para verte el doble, miro tus fotos y bebo
Te tengo al lado, más no te ven mis ojos salados
Vómitame o endúlzame porque estoy rancio
Ayer quemé el vergel de tus sentimientos
Le quité la piel a mi hiel de hielo y no encontré recuerdos
Siempre seleccioné las frutas, hija puta
Pero quiero el árbol entero para mí
Y no lo supe hasta que supe los dolores que da el futuro
Sí, si no varío, desvarío
Yo probé mil lugares, solo cupe en el más oscuro
Sin ti, marchitan las flores, se secan los ríos

Me hiciste sentir tu aire (Vino y se fue)
He visto morir tu aire (Ahora la embriaga)
Me hiciste sufrir (Ya no me dejaré)
Y ahora me voy
Ahora me voy, solo

Viene y va
Mirando al frente
Viene y va

Viene y va
Volviendo a verte
Viene y va

Vienes y vas como el viento en cartero
Vienes y vas como viene el dinero
Y como se va comprando tu olvido
Vienes y vas como el mar, su sonido
Y yo tan perdido
Vengo y voy decidido
Vienes, te vas y subo tu líbido
La suerte viene y va, por eso nunca la persigo
Y la muerte si viene se queda y ya nunca se va

Viene y va
¿Dónde irá?
Si no sabe olvidar
¿Dónde irá?
Volverá
Viene y va

Viene y va
Mirando al frente
Viene y va

Viene y va
Viene y va
Vienes y vas

Vem e Vai

Vem e vai
Olhando pra frente
Vem e vai

Vem e vai
Voltando a te ver
Vem e vai

Que você foi e deixou a cidade sozinha
Carregando as sombras da liberdade
As marcas que você fez voando se vão

Vem e vai
Vem e vai

Rouba versos, que eu perco a razão
Se eu me descontrolo, tira a droga e seja minha perdição
Afoga meus medos nos seus buracos molhados
Ou me faz pontes ou vou encontrar o precipício, de novo
Fala sujo pra mim
Te vejo pouco e doido
Pra te ver em dobro, olho suas fotos e bebo
Te tenho ao lado, mas meus olhos salgados não te veem
Vômito ou adoço porque tô azedo
Ontem queimei o jardim dos seus sentimentos
Tirei a pele do meu veneno de gelo e não encontrei lembranças
Sempre selecionei as frutas, filha da puta
Mas quero a árvore inteira pra mim
E não soube até saber as dores que o futuro traz
Sim, se não mudo, desvario
Eu provei mil lugares, só coube no mais escuro
Sem você, as flores murcham, os rios secam

Você me fez sentir seu ar (Veio e foi)
Vi seu ar morrer (Agora embriaga)
Você me fez sofrer (Agora não me deixo)
E agora eu vou
Agora eu vou, só

Vem e vai
Olhando pra frente
Vem e vai

Vem e vai
Voltando a te ver
Vem e vai

Você vem e vai como o vento do carteiro
Você vem e vai como vem o dinheiro
E como se vai comprando seu esquecimento
Você vem e vai como o mar, seu som
E eu tão perdido
Vim e vou decidido
Você vem, vai e aumenta seu desejo
A sorte vem e vai, por isso nunca a persigo
E a morte se vem, fica e nunca mais vai

Vem e vai
Pra onde irá?
Se não sabe esquecer
Pra onde irá?
Voltará
Vem e vai

Vem e vai
Olhando pra frente
Vem e vai

Vem e vai
Vem e vai
Você vem e vai

Composição: