Europa Ha Muerto
Recuerdo cuando llegué aquí.
Sin rostro y sin enfermedad.
La cosas que solía hacer.
Allá en el campo de batalla.
No hay rusos en el Kremblin. ¡No!
No hay bases en Viena. ¡No! ¡No!
No hay bancos en Suiza. ¡No!
No hay ruinas en Grecia. ¡No! ¡No!
Europa ha muerto.
Europa ha muerto.
Yo enterré a Brigitte Bardot,
en el bosque de rosas muertas.
Luego me emborraché en París,
virgen de la Santa Resaca.
No hay muro en Berlín. ¡No!
No hay bases en Viena. ¡No! ¡No!
No hay bancos en Suiza. ¡No!
No hay Papa en Roma. ¡No! ¡No!
Europa ha muerto.
Europa ha muerto.
Me trajeron al hospital.
Algo en mi cabeza no funciona.
Yo era un soldado americano.
Ahora soy el último europeo.
No hay muro en Berlín. ¡No!
No hay bases en Viena. ¡No! ¡No!
No hay bancos en Suiza. ¡No!
No hay punkies en Londres. ¡No! ¡No!
Europa ha muerto.
Europa ha muerto.
A Europa Está Morta
Lembro quando cheguei aqui.
Sem rosto e sem doença.
As coisas que costumava fazer.
Lá no campo de batalha.
Não há russos no Kremlin. Não!
Não há bases em Viena. Não! Não!
Não há bancos na Suíça. Não!
Não há ruínas na Grécia. Não! Não!
A Europa está morta.
A Europa está morta.
Eu enterrei a Brigitte Bardot,
no bosque de rosas mortas.
Depois me embriaguei em Paris,
virgem da Santa Ressaca.
Não há muro em Berlim. Não!
Não há bases em Viena. Não! Não!
Não há bancos na Suíça. Não!
Não há Papa em Roma. Não! Não!
A Europa está morta.
A Europa está morta.
Me trouxeram pro hospital.
Algo na minha cabeça não funciona.
Eu era um soldado americano.
Agora sou o último europeu.
Não há muro em Berlim. Não!
Não há bases em Viena. Não! Não!
Não há bancos na Suíça. Não!
Não há punks em Londres. Não! Não!
A Europa está morta.
A Europa está morta.
Composição: Jorge María Martínez García