395px

Dê-me Sua Vida

Illapu

Dame tu Vida

Quiero tirar mis trampas, volver a nacer
la noche estuvo larga y quiero creer
a ver si hoy día tengo tan claro el ayer
si un día salto a ver que hora es.

Y miro tu figura, se apura mi sed,
no quiero nada a cambio en este amanecer,
no bastan mis manos, beberme tu miel,
me enredo en tu cuerpo para florecer.

Dame tu vida, vendrá la lluvia,
con su bondad, con su bondad,
dame tu vida
Y caminemos que hay luz al final.

Son dos los que subieron, sin más que la piel
y de ese largo viaje comienzan a volver,
y son tus ojos claros la ruta a seguir,
me acerco a tu pecho, lo siento latir.

Y miro tu figura, se apura mi sed,
no quiero nada a cambio en este amanecer,
no bastan mis manos, beberme tu miel,
me enredo en tu cuerpo para florecer.

Dame tu vida, vendrá la lluvia,
con su bondad, con su bondad,
dame tu vida
y caminemos que hay luz al final.

Dê-me Sua Vida

Quero tirar minhas armadilhas, renascer
A noite foi longa e quero acreditar
Vamos ver se hoje eu tenho tão claro o ontem
Se um dia eu pulo pra ver que horas são.

E olho sua figura, a sede aperta em mim,
Não quero nada em troca nesse amanhecer,
Minhas mãos não são suficientes, quero beber seu mel,
Me enrosco no seu corpo pra florescer.

Dê-me sua vida, a chuva vai chegar,
Com sua bondade, com sua bondade,
Dê-me sua vida
E vamos caminhar que há luz no final.

São dois que subiram, sem mais que a pele
E desse longo caminho começam a voltar,
E são seus olhos claros a rota a seguir,
Me aproximo do seu peito, sinto ele bater.

E olho sua figura, a sede aperta em mim,
Não quero nada em troca nesse amanhecer,
Minhas mãos não são suficientes, quero beber seu mel,
Me enrosco no seu corpo pra florescer.

Dê-me sua vida, a chuva vai chegar,
Com sua bondade, com sua bondade,
Dê-me sua vida
E vamos caminhar que há luz no final.

Composição: Luis Galdames / R. Márquez