Dementia
Two brains in my head, my mind is out of control
Looking for blood, looking for meat
I see your minced body under cover of the night
Pale, like the moon above
Trembling hands, sweat on my lips
Can´t believe it, can´t believe
I´m posessed, posessed
Pure water washes the death away
Cleans my conscience, my conscience
Dawn is coming smashes me to the ground
Brings me back, to reality, to reality
Demons are exhausted in the glaring light
Tiredness grabbs at me embraces me so deep.
It´s a normal day in a normal life until the coming night
Desiccated dreams, created by the devil
My body on a pyre
Defaced, past recognition
A sudden fall into an endless hole in front of me
No one´s holding me back, no one´s hearing my scream
The eyes wide opened, there´s nothing to clamp
To stop my fall
Harsh taste on my tongue
It strangles my throat, it strangles my throat
Now lying here awake
The eyes still closed, it´s time to go
I take my knife beside me
Without sense of direction a stumble through the streets
A vicious circle, no one can escape
I´m a slave of myself, a slave of my psyche
Night by night, the bloodthirstiness is unchanged
The ground is coloured in red.
It´s a normal day in a normal life until the coming night
Demência
Dois cérebros na minha cabeça, minha mente tá fora de controle
Procurando por sangue, procurando por carne
Vejo seu corpo picado sob a cobertura da noite
Pálido, como a lua lá em cima
Mãos tremendo, suor nos meus lábios
Não consigo acreditar, não consigo acreditar
Estou possuído, possuído
Água pura lava a morte embora
Limpa minha consciência, minha consciência
A aurora vem e me esmaga no chão
Me traz de volta, pra realidade, pra realidade
Demônios estão exaustos na luz ofuscante
O cansaço me agarra, me abraça tão fundo.
É um dia normal em uma vida normal até a noite chegar
Sonhos desidratados, criados pelo diabo
Meu corpo em uma pira
Desfigurado, irreconhecível
Uma queda repentina em um buraco sem fim à minha frente
Ninguém me segura, ninguém ouve meu grito
Os olhos bem abertos, não há nada pra me segurar
Pra parar minha queda
Sabor amargo na minha língua
Isso estrangula minha garganta, isso estrangula minha garganta
Agora deitado aqui acordado
Os olhos ainda fechados, é hora de ir
Pego minha faca ao meu lado
Sem sentido de direção, tropeço pelas ruas
Um círculo vicioso, ninguém pode escapar
Sou um escravo de mim mesmo, um escravo da minha psique
Noite após noite, a sede de sangue permanece a mesma
O chão tá colorido de vermelho.
É um dia normal em uma vida normal até a noite chegar