The Curse
As an intense storm illuminates darkness
A heavy mist oozing from a military plant
Spreads over an ancient cemetery
Absolute silent reigns while that mist
Pierces within moist land
Noises from crypts and graves announce a macabre image
The bodies are leaving their tombs, returning to life
A perfect scenery of divine impurity
The reek of putrefaction is ubiquitous
Human remains crawl toward the houses
Their hunger induces pain
Their popping-eyes hinder their sight
However, the hellish troop goes on with its march
The human bloodbath is just beginning
Little by little, the population is devoured
Flesh and blood can be seen on the pavement
Dismembered bodies are drawn to obscurity
Corpses are suspended in hooks and sliced
Others, hanged in their own guts
Genital organs are consumed with great pleasure
The smell of burnt flesh is unbearable
The village is consumed by flames
Agonizing whispers deploy the ravage
At last, only ashes from an entombed land remain
Brutalized by a sick voracity
And the silent march of hideous beings
Straight to the next massacre
A Maldição
Uma tempestade intensa ilumina a escuridão
Uma névoa densa escorrendo de uma fábrica militar
Se espalha por um cemitério antigo
Um silêncio absoluto reina enquanto essa névoa
Penetra na terra úmida
Ruídos de criptas e túmulos anunciam uma imagem macabra
Os corpos estão saindo de suas sepulturas, voltando à vida
Um cenário perfeito de impureza divina
O fedor de putrefação é onipresente
Restos humanos rastejam em direção às casas
Sua fome provoca dor
Seus olhos saltados dificultam a visão
No entanto, a tropa infernal continua sua marcha
O banho de sangue humano está apenas começando
Pouco a pouco, a população é devorada
Carne e sangue podem ser vistos no pavimento
Corpos desmembrados são atraídos para a obscuridade
Cadáveres suspensos em ganchos e fatiados
Outros, enforcados nas próprias entranhas
Órgãos genitais são consumidos com grande prazer
O cheiro de carne queimada é insuportável
A vila é consumida pelas chamas
Sussurros agonizantes espalham a devastação
Por fim, restam apenas cinzas de uma terra sepultada
Brutalizada por uma voracidade doentia
E a marcha silenciosa de seres hediondos
Direto para o próximo massacre