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Maldições II: Parábola

In Virtue

Foresworn II: Parabola

Death spews forth from an empty grave
The dead are coming to life again
There's some hot red blood on a cold dark tomb
What a way to ruin your afternoon

We are destroyers of darkness born
Into the light thrust
Out of the darkness we crawl

Death spreads quick with a jugular kiss
It's a blood-borne nightmare of carnal bliss
There's a thousand screams ripping through the night
For the twisted love of a murdered wife

We are avengers of betrayal born
Husband and wife, we
Will lead the growing horde

Soul of a man left behind
Only a killer remains

A ghastly silhouette
Who would make a meal of flesh
Oath breaker, plague bearer
Your sins are come to life
A global pandemic
The world will pay the price

This wounded fear unhinging
The world, in pieces, burning
Lovers in life, but killers now
A feast of the walking lifeless
A cannibal plague
But what has changed?
Are we nothing more than puppets?
Whatever goes up must come down now

Why do you cringe in terror?
It will be over soon
The restless hordes of hunters
Swarming, consuming, they'll come for us too

Death is all that is left of this
Unholy matrimony
Our promise sealed with a kiss
Foresworn for things ungodly

We are destroyers of darkness born
Til death do us unite
We'll tear the world apart

Soul of a man left behind
Only a killer remains
Children of death come to life
Spawn of our union invade

Maldições II: Parábola

A morte jorra de um túmulo vazio
Os mortos estão voltando à vida de novo
Tem um sangue quente e vermelho em um túmulo frio e escuro
Que jeito de estragar sua tarde

Nós somos destruidores da escuridão nascidos
Para a luz que nos empurra
Saindo da escuridão, nós rastejamos

A morte se espalha rápido com um beijo na jugular
É um pesadelo sanguinário de prazer carnal
Mil gritos rasgam a noite
Pelo amor distorcido de uma esposa assassinada

Nós somos vingadores da traição nascidos
Marido e mulher, nós
Vamos liderar a horda crescente

Alma de um homem deixada para trás
Apenas um assassino permanece

Uma silhueta horrenda
Que faria um banquete de carne
Quebrador de juramentos, portador de pragas
Seus pecados ganharam vida
Uma pandemia global
O mundo pagará o preço

Esse medo ferido descontrolando
O mundo, em pedaços, queimando
Amantes em vida, mas agora assassinos
Um banquete dos mortos-vivos
Uma praga canibal
Mas o que mudou?
Somos nada mais que fantoches?
O que sobe deve descer agora

Por que você se encolhe de terror?
Vai acabar logo
As hordas inquietas de caçadores
Invadindo, consumindo, eles virão por nós também

A morte é tudo que resta disso
Esta matrimônio profano
Nossa promessa selada com um beijo
Maldições por coisas ímpias

Nós somos destruidores da escuridão nascidos
Até que a morte nos una
Vamos despedaçar o mundo

Alma de um homem deixada para trás
Apenas um assassino permanece
Filhos da morte voltam à vida
Os frutos da nossa união invadem

Composição: Trey Xavier