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Mensageiro

Inanimalia

Messenger

Playground of Destruction!
Hammer of gods upon us
Lucid light coming through the skies
Consuming ourselves
From inside

The Judgement day
We dug
Our own graves

Walking
In Endless
Suffering

Babylon
Eat our meat
Don’t Ask
For clemency

Pierce my eyes!

Tragedy announces
Running sand through the fingers
Asking forgiveness
No one listens

We are
Our own dammnation
The messenger set your flag
Bringing lonely death
Pestilence and suffering
Pain with no glory
Languishing in inhospitable soil

We bow down
In solitairy ground
Grey sky is falling down

Thinning your blood with your own tears
Blowing in my ears
The trumpets
Of the Doom years

Rotting the harvest
Black miasma
Flowers of flesh and blood

No rebirth
No Hope
Just pain

Living
On this
Dark days

Feell this atmosphere

Tragedy announces
Running sand through the fingers
Asking forgiveness
No one listens

We are
Our own dammnation
The messenger set your flag
Bringing the good ones
Pestilence and suffering
Pain with no glory
Languishing in inhospitable soil

We bow down
In solitairy ground
Grey sky falling down

Mensageiro

Playground de destruição!
Martelo de deuses sobre nós
Luz lúcida vindo pelos céus
Consumindo a nós mesmos
De dentro

O dia do julgamento
Nós cavamos
Nossos próprios túmulos

Caminhada
Em Endless
Sofrimento

Babilônia
Coma nossa carne
Não pergunte
Por clemência

Perfure meus olhos!

Tragédia anuncia
Correndo areia pelos dedos
Pedindo perdão
Ninguém escuta

Nós estamos
Nossa própria condenação
O mensageiro colocou sua bandeira
Trazendo a morte solitária
Pestilência e sofrimento
Dor sem glória
Definhando em solo inóspito

Nos curvamos
Em solo solitário
Céu cinzento está caindo

Diluindo seu sangue com suas próprias lágrimas
Soprando nos meus ouvidos
As trombetas
Dos anos da Perdição

Apodrecendo a colheita
Miasma preto
Flores de carne e sangue

Sem renascimento
Sem esperança
Apenas dor

Vivo
Nisto
Dias sombrios

Sentir essa atmosfera

Tragédia anuncia
Correndo areia pelos dedos
Pedindo perdão
Ninguém escuta

Nós estamos
Nossa própria condenação
O mensageiro colocou sua bandeira
Trazendo os bons
Pestilência e sofrimento
Dor sem glória
Definhando em solo inóspito

Nos curvamos
Em solo solitário
Céu cinzento caindo

Composição: