Nada
Andar lentamente sobre frágil asfalto que desvanece cada paso
No mires hacia abajo
Solo verás que no hay nada
Nada
Nada que te pueda soportar el peso que llevas dentro
Dentro
Dormir profundamente
Un sueño eterno que diluye cada beso
No abras los ojos
Encontrarás que no hay nada
Nada
Nada que te pueda aliviar las llagas que llevas dentro
Dentro, dentro, dentro, dentro!
No mires hacia abajo
Solo verás que no hay nada
Nada
Andar devagar sobre um asfalto frágil que desaparece a cada passo
Não olhe para baixo
Você só verá que não há nada
Nada
Nada que possa suportar o peso que você carrega por dentro
Por dentro
Dormir profundamente
Um sonho eterno que dissolve cada beijo
Não abra os olhos
Você vai descobrir que não há nada
Nada
Nada que possa aliviar as feridas que você carrega por dentro
Por dentro, por dentro, por dentro, por dentro!
Não olhe para baixo
Você só verá que não há nada