Godless Sky
Borne upon the wind of hallowed crusade
A declaration is made, be not afraid
To be not afraid
Unfurling in frantic waves of utter catastrophe
The Seraphim's prophecy
Not a single entity left to mourn for humanity
Before me appeared a form of mind-bleeding swarm
Its writhing mass
Held my mind within its grasp
Abstruse and radiant
Its wings wreathed in endless eyes
A divine progeny bearing the Seraphim's final prophecy
Cacophonous, speaking in tongues
It cursed my senses
Bestowing the very
Sensation of annihilation
In the absence of our deity
We've penned a new end to the human odyssey
The Seraphim's prophecy
Unfurls in frantic waves of utter catastrophe
In the absence of our deity
We've penned a new end to the human odyssey
The Seraphim's prophecy
Not a single entity left to mourn for humanity
Seen through the eyes of a myriad driven mad
Such blinding birth
Prometheus has touched the earth
A gift of rapturous firestorms
Miles sterilized in an instant of merciful obliteration
Only the dead are truly fortunate
The living shall know naught but suffering
Relentless scalding winds strip the flesh from helpless fleeing forms
They pray for the end
Eyes boiling in their sockets
A sickness shall enshroud all who remain
Boils and lesions corrupt mirth
The future met with disdain and stillbirth
A noxious cloud blooms in the godless sky
This horror signifies the dawn of our demise
A dark star pulses in the leaden sky
Those who survive the megafires will be entombed in ice
Céu Sem Deus
Carregado pelo vento de uma cruzada sagrada
Uma declaração é feita, não tenha medo
Para não ter medo
Desdobrando-se em ondas frenéticas de pura catástrofe
A profecia dos Serafins
Não há uma única entidade para lamentar pela humanidade
Diante de mim apareceu uma forma de enxame que sangra a mente
Sua massa contorcida
Segurou minha mente em seu aperto
Abstrusa e radiante
Suas asas adornadas com olhos sem fim
Uma progenie divina trazendo a última profecia dos Serafins
Cacofônica, falando em línguas
Ela amaldiçoou meus sentidos
Concedendo a própria
Sensação de aniquilação
Na ausência de nossa divindade
Escrevemos um novo fim para a odisséia humana
A profecia dos Serafins
Desdobra-se em ondas frenéticas de pura catástrofe
Na ausência de nossa divindade
Escrevemos um novo fim para a odisséia humana
A profecia dos Serafins
Não há uma única entidade para lamentar pela humanidade
Visto pelos olhos de uma miríade enlouquecida
Tal nascimento ofuscante
Prometeu tocou a terra
Um presente de tempestades de fogo arrebatadoras
Milhas esterilizadas em um instante de obliteracão misericordiosa
Somente os mortos são verdadeiramente afortunados
Os vivos não conhecerão nada além do sofrimento
Ventos escaldantes implacáveis despem a carne de formas indefesas que fogem
Eles oram pelo fim
Olhos fervendo em suas órbitas
Uma doença envolverá todos que permanecerem
Bolhas e lesões corrompem a alegria
O futuro encontrado com desdém e natimorto
Uma nuvem nociva floresce no céu sem Deus
Esse horror significa o alvorecer de nossa destruição
Uma estrela sombria pulsa no céu pesado
Aqueles que sobreviverem aos megaincêndios serão sepultados no gelo