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Império Maligno

Infernal Malice

Maligno Imperio

Entronización maligna,
Un sentir… en nuestro ser infernal…
Maligno Imperio...
El Imperio como Amo aquí
Donde las hordas feroces
Imparten mi temple
Mas sumidos en dolor,
Traicionó a su Dios
¡OH! Imperio Maligno
Visto en muerte cruel,
En mi linaje, bañado en sangre está…
¿Qué mal te hicimos para que abdiques
Maligno Imperio ancestral?
En nuestro ser maldito, luz cristiana se hizo oscuridad…
Caminamos como sonámbulos
Con pensamientos traídos con la cruz… [x2]
Que a nombre de ella asolaron por ser diferentes a su pensar…
Solo la malicia nos muestra el camino
Y se alejan las falacias de la cruz en nosotros
Desde entonces quedamos
absortos y deslumbrados...
Como en presencia ancestral
Al contemplarte Maligno Imperio ancestral…
Tus pensamientos ¡Oh..! Maligno Imperio
Inspiras en noche oscura de nesciencia
Y cual efímera exaltación logras obcecar…
Y como se puede destruir todo lo que ha sido creado por su Dios
Simplemente es un lamento, es tu miedo quien te somete…
He aquí mi presencia, he aquí la malignidad
Que destruye a tu Dios…
Escuchad impíos del mal
Escuchad seres profanos
Donde sepas que hay bondad desolando estarás…
Es hora de empezar, este nuevo legado, este nuevo Imperio, este Imperio
Maligno
Que nuevamente renacerá
De sus cenizas…

¡Qué mal nos haces nesciencia
Solo ansió que abdiques nuestra tierra
Llevándote tu cruz de perfidia!...

Império Maligno

Entronização maligna,
Um sentir… em nosso ser infernal…
Império Maligno...
O Império como Senhor aqui
Onde as hordas ferozes
Impartem meu temperamento
Mas afundados em dor,
Traíram seu Deus
¡OH! Império Maligno
Visto em morte cruel,
Em minha linhagem, banhado em sangue está…
Que mal te fizemos para que abdiques
Império Maligno ancestral?
Em nosso ser maldito, luz cristã se fez escuridão…
Caminhamos como sonâmbulos
Com pensamentos trazidos pela cruz… [x2]
Que em nome dela devastaram por serem diferentes de seu pensar…
Só a malícia nos mostra o caminho
E se afastam as falácias da cruz em nós
Desde então ficamos
absortos e deslumbrados...
Como em presença ancestral
Ao contemplar-te Império Maligno ancestral…
Teus pensamentos ¡Oh..! Império Maligno
Inspiras na noite escura da ignorância
E como efêmera exaltação consegues ofuscar…
E como se pode destruir tudo que foi criado por seu Deus
Simplesmente é um lamento, é seu medo quem te submete…
Aqui está minha presença, aqui está a malignidade
Que destrói teu Deus…
Escutem ímpios do mal
Escutem seres profanos
Onde souber que há bondade desolando estarás…
É hora de começar, este novo legado, este novo Império, este Império
Maligno
Que novamente renascerá
De suas cinzas…

¡Que mal nos fazes ignorância
Só anseio que abdiques nossa terra
Levando contigo tua cruz de perfídia!...