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Planícies de Desolação

Infernal

Plains Of Desolation

I should not
Proclaim such mysteries
Death's cold breath
Is still in my lungs

For I've just returned
From desolate lands
Where the mourning
Of endless days is heard

Midnight, when fear
Awakes in our souls
When the dead
Open their swollen lips

Murmuring mysteries
And dreaming
What no man ever dreamed
Or dared to (dream)

I should not
Proclaim such mysteries
Death's cold breath
Is still in my lungs

These sorrowful wastelands
These landscapes so sad
In my soul
Forever after shall be

Planícies de Desolação

Eu não deveria
Proclamar tais mistérios
O frio da morte
Ainda está nos meus pulmões

Pois acabei de voltar
De terras desoladas
Onde o lamento
Dos dias sem fim é ouvido

Meia-noite, quando o medo
Acorda em nossas almas
Quando os mortos
Abrem seus lábios inchados

Murmurando mistérios
E sonhando
O que nenhum homem jamais sonhou
Ou ousou (sonhar)

Eu não deveria
Proclamar tais mistérios
O frio da morte
Ainda está nos meus pulmões

Essas terras áridas e tristes
Essas paisagens tão sombrias
Em minha alma
Para sempre ficarão

Composição: