Cyberspace Floats Through Me
Imprisoned in the seventeen inches monitor i live
Virtual corporeality is my sick walk
About in private database garden
Computerised emotions, digitalised instincts
Synthetic labyrinths of ideal world diffuse through me
I am careful gardener of directories´ and files´ world
Imprisoned in the seventeen inches monitor i slave
To many megabytes of negligent unusable software
As the fingers dance the lethal kankan over keyboard
I'm hypnotised, agonising cyberspace floats through me
Falling down, tangled in the collapse, i'm overloaded
My real torso will never wake again
I'm imprisoned in virtual reality, encoded, indexed
The neural interface connects me with real world
O Ciberespaço Flui Através de Mim
Prisioneiro na tela de dezessete polegadas eu vivo
A corporeidade virtual é minha caminhada doente
Por um jardim de banco de dados privado
Emoções computadorizadas, instintos digitalizados
Labirintos sintéticos de um mundo ideal se difundem em mim
Sou o cuidador cauteloso do mundo de diretórios e arquivos
Prisioneiro na tela de dezessete polegadas eu me escravizo
A muitos megabytes de software negligente e inútil
Enquanto os dedos dançam o letal kankan sobre o teclado
Estou hipnotizado, agonizando, o ciberespaço flui através de mim
Caindo, emaranhado no colapso, estou sobrecarregado
Meu torso real nunca mais vai acordar
Estou preso na realidade virtual, codificado, indexado
A interface neural me conecta com o mundo real