The Inhumanist
Prophet of abomination
Death's deliverance
for the masses lost
in their shadows
faceless at last
Beneath the foothills
Palo Verdes
Euripedes' country
A man
ancient loner
lives, caretaker of gore
in a land,
forsaken to hawks.
Day & night
he stalks
hungry for absence
for the sedge's rise
over tombstones & hearth smoke.
His only companion
a Double Axe
two blades of the tragic
held in his fist
onanism of steel
primed to smite
delighting in the purity
of violence.
Who sees him as he nears?
Doppelgangers crushed
by the wooden heft,
succubi raped
the shaft deep in flesh,
eyes shucked by the blade,
hollows speaking blood.
Not for vengeance
does he rupture
the weak ties
that blind us
to the grave's reality
but for mercy
murders
this pale reflection of grace.
Asserts the earth's
dark return
with every
weapon's swing,
each plunge
of his laughter
heralds a victory
for the waters
and the moon's
inhuman mask.
O Inumanista
Profeta da abominação
Libertação da morte
para as massas perdidas
nas suas sombras
sem rosto, finalmente
Sob as montanhas
Palo Verdes
país de Eurípides
Um homem
solitário antigo
vive, cuidador do sangue
em uma terra,
abandonada para os gaviões.
Dia e noite
ele persegue
faminto por ausência
pelo crescimento da junça
sobre lápides e fumaça de lareira.
Seu único companheiro
a Machadinha
duas lâminas do trágico
seguradas em seu punho
onanismo de aço
pronto para golpear
deliciando-se na pureza
da violência.
Quem o vê enquanto se aproxima?
Doppelgängers esmagados
pelo peso da madeira,
súcubos estuprados
com o cabo profundo na carne,
olhos arrancados pela lâmina,
vazios falando sangue.
Não por vingança
ele rompe
os laços fracos
que nos cegam
para a realidade da cova
mas por misericórdia
assassina
este pálido reflexo da graça.
Afirma o retorno
das trevas da terra
com cada
golpe da arma,
cada mergulho
do seu riso
anuncia uma vitória
para as águas
e a máscara
inhumana da lua.