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Os Mortos Saciados

Inhuman

The Sated Dead

In the rich inhuman earth, I wish to dig
Myself a grave, deeper than the darkest
Act of time

And stretch myself out on a rack of ease
To sleep obliteration
Like a shark in a storm

Hating testaments and Christ's cracked stones
Before I'd ask you to mourn
I'd go alive and call the crows

To gut the last scrap of my carrion
You worms! Black amities without eye
Or ear, a dead man

Enters your dirt with a celebrant's heart,
Feasting philosophers, beasts
Born of decay

Come, plunder my ruins
Without a shudder in your blood
As no torture is left to dread
For this old, soulless flesh
Dead as the dead.

Os Mortos Saciados

Na terra rica e inumana, eu quero cavar
Um buraco pra mim, mais fundo que o mais escuro
Ato do tempo

E me esticar em um leito de conforto
Pra dormir a obliteracão
Como um tubarão em uma tempestade

Odiando testamentos e as pedras quebradas de Cristo
Antes de te pedir pra lamentar
Eu iria vivo e chamaria os corvos

Pra despedaçar o último resto da minha carniça
Vocês, vermes! Amizades negras sem olho
Ou ouvido, um homem morto

Entra na sua terra com o coração de um celebrante,
Festejando filósofos, bestas
Nascidas da decomposição

Vem, saqueia minhas ruínas
Sem um arrepio no seu sangue
Como se nenhuma tortura restasse pra temer
Por essa carne velha, sem alma
Mortas como os mortos.