Pyres Of Atonement
Bleak roll the cosmic sea
From dismal shores of a barren world
Grim foreboding translates
From far-flung nameless nebulas
The sun shall set forever
And dusk will choke the desolation
Of this world shrouded in rapture of ruin
Freed from misgivings of a feeble race
This blasted plain, a focal point
To immence apocalyptic tribulation
Pinnacle of destruction towers
The summoning of the elder void
Under the pall darkness encroaching
Humanity squierms in the pyres of atonement
The overture of our terminal dirge
Pleaded in vain to an empty sky
Hearken the call
Eaters of soil and dwellers in the depths
Rise from your earthen wombs
And smite the light
Quicken from frigid rest
Vortex of our ancestry
Reclaims forgotten past
Emptiness prevail in disincarnate splendour
Free to roam at last
Hearken the call
Eaters of soil and dwellers in the depths
Rise from your earthen wombs
And smite the light
Quicken from frigid rest
Bleak roll the cosmic sea
From dismal shores of a barren world
Grim foreboding translates
From far-flung nameless nebulas
Piras de Expiação
O mar cósmico se agita sombrio
Das praias desoladas de um mundo estéril
Um presságio sombrio se traduz
De nebulosas distantes e sem nome
O sol se porá para sempre
E o crepúsculo sufocará a desolação
Deste mundo envolto na ruína arrebatadora
Livre das incertezas de uma raça fraca
Esta planície devastada, um ponto focal
Para imensa tribulação apocalíptica
O ápice da destruição se ergue
A convocação do vazio ancestral
Sob o manto da escuridão que se aproxima
A humanidade se contorce nas piras de expiação
A abertura do nosso lamento terminal
Implorando em vão para um céu vazio
Ouçam o chamado
Comedores de terra e habitantes das profundezas
Levantem-se de seus ventres de barro
E esmaguem a luz
Acordem do descanso gélido
Vórtice de nossa ancestralidade
Reclama o passado esquecido
O vazio prevalece em esplendor desencarnado
Livre para vagar, finalmente
Ouçam o chamado
Comedores de terra e habitantes das profundezas
Levantem-se de seus ventres de barro
E esmaguem a luz
Acordem do descanso gélido
O mar cósmico se agita sombrio
Das praias desoladas de um mundo estéril
Um presságio sombrio se traduz
De nebulosas distantes e sem nome