Habitual
The way down, so clearly outlined
By marks made on the way up
The way that we break down, break down
Taken down, just to bring it back up
Try to drop this hate, all inviolate
Can you bear this cross, alone, all at what cost?
Given and face-down, broken and comatose
Given and face-down, broken and comatose
The ashes that float to the surface
Burned pages, and all, that I dare, not, hope
Try to drown them forever, in my wake
Some kind of undertow, keeps them afloat
This will set you free, no dependency
A span you draw yourself, alone, and no-one else
Given and face-down, broken and comatose
Given and face-down, broken and comatose
This will set you free, no dependency
A span you draw yourself, above, and no-one else
Given and face-down, broken and comatose
Given and face-down, broken and comatose
Habitual
O caminho pra baixo, tão claramente delineado
Por marcas feitas na subida
A maneira como a gente desmorona, desmorona
Derrubados, só pra levantar de novo
Tente deixar esse ódio, todo intocado
Você consegue carregar essa cruz, sozinho, a que custo?
Dado e de bruços, quebrado e em coma
Dado e de bruços, quebrado e em coma
As cinzas que flutuam na superfície
Páginas queimadas, e tudo, que eu me atrevo, não, a esperar
Tente afogá-las pra sempre, na minha esteira
Algum tipo de correnteza, as mantém à tona
Isso vai te libertar, sem dependência
Um espaço que você desenha sozinho, e mais ninguém
Dado e de bruços, quebrado e em coma
Dado e de bruços, quebrado e em coma
Isso vai te libertar, sem dependência
Um espaço que você desenha acima, e mais ninguém
Dado e de bruços, quebrado e em coma
Dado e de bruços, quebrado e em coma