A Ravenous Discharge
[Pretext:
The codeine kicks in. I can't keep awake.
Charon, here are two coins to carry me across.
I sacrifice dirty blood and swallow the spirit of God.
I'm peering at the surface. It's gorging on me, gnashing my skin.
Falling down... time to depart. A created mistake to justify a need for depression.
Over my soul - seape a silent discharge of regrets.
The water ripples... you of no repent, here I come.
I execrate my vision here... The water is warm and I'm dozing off, bashed...]
[note: "Självmord" is Swedish for 'Suicide']
- Självmord!
Euphoric state of abnormality
I reject the spectra of my past
Master Satan evoke my decay
Legions inside the ill-natured
Deny creation and be the one with the horned
Innocence lost when in contact with God
A bleak reality, false conception
The pain will persist until death takes me home
Life is numbered by every regret
Conception getting blurry
Interwoven in dreams of death
Of self-accusation and hate
Sterilize myself from the others
Awake my self-acceptance
I am what I am no knife can change that
The water is cold. Awake... Alive!
With a ravenous discharge
A ravenous discharge...
Uma Liberação Voraz
[Pretexto:
A codeína faz efeito. Não consigo ficar acordado.
Caronte, aqui estão duas moedas pra me levar.
Eu sacrifico sangue sujo e engulo o espírito de Deus.
Estou olhando pra superfície. Ela está me devorando, roendo minha pele.
Caindo... hora de partir. Um erro criado pra justificar a necessidade de depressão.
Sobre minha alma - uma descarga silenciosa de arrependimentos.
A água faz ondas... você, sem arrependimento, lá vou eu.
Eu execrar minha visão aqui... A água está morna e estou cochilando, espancado...]
[note: "Självmord" é sueco para 'Suicídio']
- Självmord!
Estado eufórico de anormalidade
Eu rejeito os espectros do meu passado
Mestre Satanás, evoca minha decadência
Legiões dentro do mal-intencionado
Negue a criação e seja um com o chifrudo
Inocência perdida ao entrar em contato com Deus
Uma realidade sombria, falsa concepção
A dor persistirá até que a morte me leve pra casa
A vida é contada por cada arrependimento
A concepção fica embaçada
Entrelaçada em sonhos de morte
De auto-acusação e ódio
Esterilizo-me dos outros
Desperto minha autoaceitação
Eu sou o que sou, nenhuma faca pode mudar isso
A água está fria. Acorda... Vivo!
Com uma liberação voraz
Uma liberação voraz...