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Deuses de papel

IOEL

Dioses de Papel

Dimelo Sierrara

Pa los envidiosos Ioel
Ahí te queda mi dolor ja ja
Jonji HTZ

Yo he sido un pela'o
Que nunca se ha raja'o
Golpes me lleva'o
Pero siempre me he para'o
Sé lo que es el hambre y la necesidad
Cuando tenga liga solo pienso en ayudá

Si critican que se mueran de envidia
Conozco todas las rutas
La vida no es sencilla
Ni Jesús la tuvo fácil
En medio de pilatos la ley aquí es frágil
Te venden tus hermanos
Nada es garantía eterno ni el polvo
Cuando llega la parca a llorarla toca mi socio
Un día estás arriba quien sabe el mañana
Juventud divino tesoro
De repente muchas canas

Yo he sido un pelao
Que nunca se ha rajao
Golpes me llevao
Pero siempre me he parao
Sé lo que es el hambre y la necesidad
Cuando tenga liga solo pienso en ayudá

Dioses de papel se venden por cualquier pesito
Que no alcanza ni para beber un traguito de cordura
Les causa amargura, no son finos, son bagazo
Poco caso, yo les traigo flow pa' que digan: ¡Ouh!
No puro retazo, me dicen payaso
Porque tengo estilo con ese tumba'o
Los dejé herido, este movimiento que les tiro
Cuando quieran, vivo
Sigo este corrido con mi recorrido
Les voy demostrando, nada me ha vencio
Sigo viendo parao, hoy lo tengo claro

Lo que viene y va
Dioses de papel, mañana en la tumba, nada servirá
Pero yo no veo resulta'o en ello
Solo se la pasan destilando veneno

Yo he sido un pela'o que nunca se ha raja'o
Golpes me he lleva'o, pero siempre me he para'o
Sé lo que es el hambre y la necesidad
Cuando tenga liga, solo pienso en ayudá

Lo que viene y va
Dioses de papel, mañana en la tumba
Nada servirá
Lo que viene y va, dioses de papel
Mañana en la tumba, nada servirá

Pero yo no veo resulta'o en ello, solo se la pasan destilando veneno
Puff

Deuses de papel

Diga-me Sierrara

Para o invejoso Ioel
Aí está minha dor ha ha
Jonji HTZ

Eu fui uma criança
Que nunca foi quebrado
Ele levou golpes meus
Mas eu sempre parei
Eu sei o que é fome e necessidade
Quando tenho uma liga só penso em ajudar

Se criticam, devem morrer de inveja
Eu conheço todas as rotas
A vida não é simples
Nem Jesus teve vida fácil
No meio de Pilatos, a lei aqui é frágil
Seus irmãos vendem você
Nada é garantido como eterno, nem mesmo o pó
Quando o Ceifador vem para lamentá-la, meu parceiro toca
Um dia você está lá em cima, quem sabe amanhã?
Tesouro divino da juventude
De repente, muitos cabelos grisalhos

Eu fui uma criança
Que nunca foi quebrado
Ele me bateu forte
Mas eu sempre parei
Eu sei o que é fome e necessidade
Quando tenho uma liga só penso em ajudar

Deuses de papel são vendidos por qualquer peso
Isso não é nem o suficiente para tomar um gole de sanidade
Isso os torna amargos, eles não são bons, eles são bagaço
Não ligue, eu trago o fluxo para que você possa dizer: Ouh!
Não é só um pedaço, me chamam de palhaço
Porque eu tenho estilo com esse tumba'o
Deixei-os feridos, esse movimento que lancei neles
Quando você quiser, eu vivo
Eu sigo este corrido com minha rota
Estou lhe mostrando que nada me derrotou
Continuo vendo parado, hoje tenho claro

O que vem e vai
Deuses de papel, amanhã no túmulo, nada servirá
Mas não vejo nenhum resultado nisso
Eles continuam destilando veneno

Eu fui uma criança que nunca desistiu
Já sofri golpes, mas sempre me mantive firme
Eu sei o que é fome e necessidade
Quando tenho uma liga, só penso em ajudar

O que vem e vai
Deuses de papel, amanhã no túmulo
Nada vai ajudar
O que vem e vai, deuses de papel
Amanhã no túmulo, nada ajudará

Mas não vejo nenhum resultado nisso, eles apenas continuam destilando veneno
Sopro

Composição: Andres Felipe Quiñones Delgado