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Pela Razão da Irreverência

Irreverencia

Por la Razón de Irreverencia

Será tal vez, propio de esta raza
O la costumbre de un odio sin fin
Que se albergó inseparable
Y que se exclamará hasta morir
Intentarán sin conseguirlo
Acallar mi bocota o romper mi lápiz
Tan sólo mi acribillado cuerpo
Guardará tu anhelado
¡E impune silencio!

No callaré, ni me callarás
Mentiras infames, que hay que denunciar
Es como el canto del alma cuando siente frustración
Odio y resentimiento pues la verdad...
¡Será mi ilusión oh, oh!

Irreverencia, irreversible
Irrevocable, ¡jamás irresponsable!
Sabemos lo que decimos, sólo es lo que vemos
Pondré mi dedo en tu yaga y el dolor de la herida...
¡Será la verdad!

Estos ritmos, han marcado mi vida
Sus letras más que un mensaje, ¡son ideologías!
y me cuesta ver el mundo con otra percepción
Pues el metal trazó los caminos de la sinceridad...
¡Y la razón oh, ooh!

Pela Razão da Irreverência

Será talvez, próprio dessa raça
Ou a costume de um ódio sem fim
Que se alojou inseparável
E que se gritará até morrer
Tentaram sem conseguir
Abafar minha boca ou quebrar meu lápis
Só meu corpo estourado
Guardará seu desejado
¡E impune silêncio!

Não vou calar, nem você vai me calar
Mentiras infames, que precisam ser denunciadas
É como o canto da alma quando sente frustração
Ódio e ressentimento pois a verdade...
¡Será minha ilusão oh, oh!

Irreverência, irreversível
Irrevogável, ¡jamais irresponsável!
Sabemos o que dizemos, é só o que vemos
Vou pôr meu dedo na sua ferida e a dor da lesão...
¡Será a verdade!

Esses ritmos, marcaram minha vida
Suas letras mais que uma mensagem, ¡são ideologias!
e me custa ver o mundo com outra percepção
Pois o metal traçou os caminhos da sinceridade...
¡E a razão oh, ooh!