Verdaderos Terrestres
Vieja perra y burguesa
De genocida Vanidad
Arrazó la madriguera
Indirecta crueldad
La camada inocente
Nació para morir
De agonía por azotes
O esa vértebra... ¡al crujir!
Se extinguen ante tu opulencia
Jamás sentiras sus gemidos de dolor
Ni observarás su espasmo final
No es humano comprarle a la muerte
Aquella prenda de altura social
¡No están... su piel!
¡Cubre una perra!
Arráncales la piel
Y zúrcela en tu honor
Aumentarás tu status
Al nivel de su extinción
Jamás sentiras sus gemidos de dolor
Ni observarás su espasmo final
No te deleita su tierno mirar
Cuando son libres
¡Sobre... ésta... su tierra!
Arráncales la piel
Y zúrcela en tu honor
Aumentarás tu status
Al nivel de su extinción
Siguiendo al hombre de enferma codicia
¡A tu imagen... y semejanza!
¡Confirma!, mis dudas
La camada inocente
Nació para morir
Rompiendo la cadena
Tal vez... no somos de aquí
Verdadeiros Terrestres
Velha cadela e burguesa
De genocida Vaidade
Destruiu a toca
Crueldade indireta
A ninhada inocente
Nasceu pra morrer
De agonia por chibatadas
Ou essa vértebra... ao estalar!
Se extinguem diante da sua opulência
Jamais sentirás seus gemidos de dor
Nem observarás seu espasmo final
Não é humano comprar a morte
Aquela peça de status social
Não estão... sua pele!
Cobre uma cadela!
Arranque a pele deles
E costure-a em sua honra
Você aumentará seu status
Ao nível da sua extinção
Jamais sentirás seus gemidos de dor
Nem observarás seu espasmo final
Não te encanta seu olhar terno
Quando são livres
Sobre... esta... sua terra!
Arranque a pele deles
E costure-a em sua honra
Você aumentará seu status
Ao nível da sua extinção
Seguindo o homem de cobiça doentia
À sua imagem... e semelhança!
Confirma!, minhas dúvidas
A ninhada inocente
Nasceu pra morrer
Quebrando a corrente
Talvez... não sejamos daqui