Prólogo 34:1
Estoy sangrando, pero no sé muy bien por qué
Recuerdo al Jose mientras fumo y no sé a dónde fue
Aún era un niño cuando yo me lo encontré
Los mayores se lo llevaban de bomba y no era TNT
Estoy aquí donde todos sabían que un día llegaría
Yo era el único que no creía, fuck that
Águilas reales pueden ser arpías, la fiesta monotonía
Y los diamantes porquería, fuck that
Tengo el cerebro que ya se me está empezando a desgraciar
Aunquе siempre he sido puro como еl agua de un glaciar
Esas zorras no me saben valorar
Les asusta el envoltorio, no les llega el paladar, fuck 'em
Lo que tengo no es nada de lo que quiero
Y lo que quiero no sé lo que es, por eso desespero
Lo primero es lo primero loco y es hacer dinero
Pero ese dinero no me llena, pa' mí es agujero
No cambia nada, siempre me rodea la misma situación
Aunque ahora tenga discos de oro por la habitación
Y zorras apuntadas en calendarios como asignación
Esa mierda no me llena, no hay motivación
Yo quiero ver cómo se quema el mundo
Yo ya he perdido el rumbo, mis horas son segundos
Los sentimientos enterrados en lo profundo
Y el odio gana siempre, porque el amor va segundo
Y convertir las ruinas en dinero era necesidad
Salir del hoyo de 200 millas de profundidad
Mi soledad es mi fuerza, también mi debilidad
Para pisar donde yo piso te falta mi habilidad
No tengo estabilidad mental y eso es todo
Y al finla aquello que me rodea siempre lo jodo
Mato la felicidad, la energía la robo
Veneno en la boca bitch, dragón de Komodo
Me despierto masticando un muffin
En la sábanas seda, no Puffy
Todo el día puffin and puffin
Estiro la goma porque yo soy Luffy
Siempre bateo sin ser pelotero
Con cueros sin ser peletero
Harían lo que fuera por clout
Porque son como Barret todos esos raperos
Este mes en Glovo van cinco talegos
Esa mierda en verdad ni es flexeo
El tiempo es arena en mis dedos
La chupa y su pelo se enreda en mis dedos
El mundo a veces no es tan feo
La vida te da sorpresas, como cuando Dios se le aparece a un ateo
Ya no creo ni en mí como coño pueden pedir que confíe
Si me fallaron todos como coño pueden pedir que les fíe
Tu ídolo es una puta no es kie
Si mi primo se murió de sobre
Es normal que yo ahora esa nieve la esquíe
Prólogo 34:1
Estou sangrando, mas não sei bem por quê
Lembro do José enquanto fumo e não sei pra onde foi
Ainda era um garoto quando eu o encontrei
Os mais velhos o levavam de bomba e não era TNT
Estou aqui onde todos sabiam que um dia eu chegaria
Eu era o único que não acreditava, dane-se isso
Águias reais podem ser arpias, a festa é monotonia
E os diamantes são porcaria, dane-se isso
Tenho a cabeça que já tá começando a se estragar
Embora sempre tenha sido puro como a água de um glaciar
Essas vadias não sabem me valorizar
Elas se assustam com o envoltório, não chega no paladar, dane-se elas
O que eu tenho não é nada do que eu quero
E o que eu quero não sei o que é, por isso eu desespero
O primeiro é o primeiro, cara, e é fazer dinheiro
Mas esse dinheiro não me preenche, pra mim é um buraco
Nada muda, sempre me rodeia a mesma situação
Embora agora tenha discos de ouro pelo quarto
E vadias marcadas em calendários como atribuição
Essa merda não me preenche, não há motivação
Eu quero ver como o mundo pega fogo
Eu já perdi o rumo, minhas horas são segundos
Os sentimentos enterrados bem fundo
E o ódio sempre vence, porque o amor fica em segundo
E transformar as ruínas em dinheiro era necessidade
Sair do buraco de 200 milhas de profundidade
Minha solidão é minha força, também minha fraqueza
Pra pisar onde eu piso, falta a sua habilidade
Não tenho estabilidade mental e é isso
E no final, aquilo que me rodeia sempre eu fodo
Acabo com a felicidade, a energia eu roubo
Veneno na boca, sua vadia, dragão de Komodo
Acordo mastigando um muffin
Nas cobertas de seda, não Puffy
O dia todo fumando e fumando
Estico a borracha porque eu sou o Luffy
Sempre bato sem ser jogador
Com peles sem ser curtidor
Fariam qualquer coisa por fama
Porque são como Barret, todos esses rappers
Esse mês no Glovo vão cinco sacos
Essa merda na verdade nem é ostentação
O tempo é areia entre meus dedos
A chupeta e seu cabelo se enroscam nos meus dedos
O mundo às vezes não é tão feio
A vida te dá surpresas, como quando Deus aparece pra um ateu
Já não acredito nem em mim, como caralho podem pedir que eu confie
Se todos me falharam, como caralho podem pedir que eu confie neles
Seu ídolo é uma puta, não é quem você pensa
Se meu primo morreu de overdose
É normal que agora eu esquie essa neve.