Días Azules
A veces creo ver, ver como vendras vendran detras
De mi envuelta en una musica, volando en una brisa
De trompetas soñando, flotando sobre el mar
En mi cabeza,cantando, bailando y gritando que
Jamas me dejaras.
Las noches se me van el mar detras de ti esta vez
Es de verdad escrita en una pagina en cursiva de
Una prosa de madera sin rima,grabado en mi memoria
Todo en piedra, brillando,llamando, envuelta en
Una musica especial
Donde estan los dias y ese azul de un lugar donde
Estes tu que si el azar nos va empujando hasta el
Final solo habra casualidad la casualidad, nos va
Alcanzar nos va a salvar, y a matar
A veces creo ver, ver como vendras chocando
Contra mi
De las sombras de tu corazon fingire que he sido
Yo que no que si al final nos va empujando sin
Querer ese azul no va a volver, ese azul nos va
Alcanzar ese azul nos va a salvar, ese azul...nos
Va alcanzar ese azul...nos va a matar
Dias Azuis
Às vezes acho que vejo, vejo como você vem, vem atrás
De mim, envolta em uma música, voando na brisa
De trompetas sonhando, flutuando sobre o mar
Na minha cabeça, cantando, dançando e gritando que
Nunca vai me deixar.
As noites estão passando, o mar atrás de você desta vez
É de verdade, escrito em uma página em itálico de
Uma prosa de madeira sem rima, gravado na minha memória
Tudo em pedra, brilhando, chamando, envolto em
Uma música especial.
Onde estão os dias e aquele azul de um lugar onde
Você está, que se o acaso nos empurrar até o
Final, só haverá casualidade, a casualidade, vai nos
Alcançar, vai nos salvar, e a matar.
Às vezes acho que vejo, vejo como você vem, batendo
Contra mim.
Das sombras do seu coração, vou fingir que fui
Eu, que não, que se no final nos empurrar sem
Querer, aquele azul não vai voltar, aquele azul vai
Nos alcançar, aquele azul vai nos salvar, aquele azul... vai
Nos alcançar, aquele azul... vai nos matar.