Diamante
Svestita è d'ogni cosa,
dei suoi preziosi abiti di seta,
giace oramai spoglia,
con le braccia strette a se, perché fa tanto freddo.
D'un tratto sei distesa,
sai bene di risplendere di vita,
luce di diamante,
la tua bellezza e seconda solo alla tua dolcezza...
Resterò qui ad osservare i tuoi capelli rame,
finche il sole non andrà a dormire.
Lontana è la tua seta,
e quei colori scuri che da tempo,
ti hanno a me nascosta,
no, non sentirai più freddo…
Resterò qui ad osservare i tuoi capelli rame.
Svestita è d'ogni cosa,
dei suoi preziosi abiti di seta,
giace oramai spoglia,
le sue braccia strettea me…
luce di diamante…
Diamante
Despir-se é de tudo,
dos seus preciosos trajes de seda,
jaz agora despida,
com os braços apertados a si, porque tá tão frio.
De repente você está deitada,
sabe bem que brilha com vida,
luz de diamante,
a sua beleza só é superada pela sua doçura...
Vou ficar aqui observando seus cabelos cor de cobre,
fins que o sol não vá dormir.
Longe está sua seda,
e aquelas cores escuras que há tempos,
te esconderam de mim,
não, você não sentirá mais frio...
Vou ficar aqui observando seus cabelos cor de cobre.
Despir-se é de tudo,
dos seus preciosos trajes de seda,
jaz agora despida,
seus braços apertados a mim...
luz de diamante...