Autoterapia
Simplemente dejaré que salga todo fuera y vaciarme
Prueba de estilo, autoterapia, vómito tranquilo interminable
Mente vacía, manos abiertas, solo un balanceo, un dulce baile
Caderas ajenas de ojos cerrados, morbo aséptico, carne con carne
Esta mañana no tengo suficientes fuerzas para poder mostrarte
Las densidades de mis infiernos ni mi cielo abierto a media tarde
Hoy me declaro a su señoría de todos mis delitos el culpable
Mi lucha es dejar de imaginarme que cada paso es el más importante
Que toda ambición arroje buena sombra
Que no haya buena mañana
Solo aquí y ahora
Que a toda verdad demos la bienvenida
Que lo demás ya no importa
Dejaré mi mitad oscura en duermevela
Y a mi otra mitad la haré dueña y señora de mis fiestas
Amaneceré como una nueva versión de humano
Para compensar a este cuerpo poco y mal usado
Dejaré mi mitad oscura en duermevela
Y a mi otra mitad la haré dueña y señora de mis fiestas
Amaneceré como una nueva versión de humano
Para compensar a este cuerpo poco y mal usado
Que alguien me recuerde cuando me despierte
Dónde deposité mi otra parte
Que al alba encendido y al calor perdido
Separado soy materia inerte
Que alguien me recuerde cuando me despierte
Dónde deposité mi otra parte
Que al alba encendido y al calor perdido
Separado soy materia inerte
Que alguien me recuerde cuando me despierte
Dónde deposité mi otra parte
Que al alba encendido y al calor perdido
Separado soy materia inerte
Separado soy materia inerte
Separado soy materia inerte
Separado soy materia inerte
Autoterapia
Simplesmente vou deixar tudo sair e me esvaziar
Teste de estilo, autoterapia, vômito tranquilo e interminável
Mente vazia, mãos abertas, só um balanço, uma dança doce
Quadris alheios com olhos fechados, desejo asséptico, carne com carne
Esta manhã não tenho forças suficientes pra te mostrar
As densidades dos meus infernos nem meu céu aberto à tarde
Hoje me declaro culpado perante sua majestade de todos os meus crimes
Minha luta é parar de imaginar que cada passo é o mais importante
Que toda ambição jogue uma boa sombra
Que não haja um bom amanhã
Só aqui e agora
Que toda verdade seja bem-vinda
Que o resto não importa mais
Vou deixar minha metade sombria em estado de torpor
E a minha outra metade será a dona das minhas festas
Amanhecerei como uma nova versão de humano
Pra compensar esse corpo pouco e mal usado
Vou deixar minha metade sombria em estado de torpor
E a minha outra metade será a dona das minhas festas
Amanhecerei como uma nova versão de humano
Pra compensar esse corpo pouco e mal usado
Que alguém me lembre quando eu acordar
Onde deixei minha outra parte
Que ao amanhecer aceso e ao calor perdido
Separado sou matéria inerte
Que alguém me lembre quando eu acordar
Onde deixei minha outra parte
Que ao amanhecer aceso e ao calor perdido
Separado sou matéria inerte
Que alguém me lembre quando eu acordar
Onde deixei minha outra parte
Que ao amanhecer aceso e ao calor perdido
Separado sou matéria inerte
Separado sou matéria inerte
Separado sou matéria inerte
Separado sou matéria inerte
Composição: Mikel Izal Luzuriaga