Una Carta a Mi Pasado
Una carta de mi pa'l pasado
Mira todo lo que hemos logrado
Al que traiciona lo silenciamo
El dinero y respeto siempre de la mano, uoh
Siempre ganamo ante la adversidad
Quieren frenarme y no pienso parar
Metan el pie, metan la mano
Que aquí los picamos y de cena se van
Y miren cómo estoy subiendo
Qué fácil lo estoy haciendo
O no están oyendo que
'Toy caminando y ustedes corriendo
La presión están sintiendo
De arriba están cayendo, ah, ah, ah
Mami decía que cuando creciera yo iba a dar candela
Mis desamores no son desamores porque son enchules de escuela
Mírame y obsérvame, cabrones, qué gran diferencia
La vida me dio y supe aguantar, ahora aguanten lo que venga, ah
Estos cabrones se creen que porque ven a uno de lejos dicen que lo conocen
Cabrón, a mí tú no me conoces, ah, y si me quieres conocer, tira pa'lante
Soy como cara cortada
Tengo lo que tumba gradas
Yo ni en mi sombra confío
Pa' todo tengo una cuartada
Nadie muere porque sí, cabrones, en guerra avisada
Tiraste una granada y te explotaste las patas
En esta vida que me ha dado tan duro ya sé quién soy
Siempre alerta, siempre activo, siempre con el convoy
Y aunque vallamos contra el río nadando como el pez koi
Nos fijamos en la meta porque para allá voy
Ustedes son copias baratas
Siempre la misma lata
Ustedes sin sus conexiones
Todos son unos chatas
Entraron a la cancha
Pero están en la banca
Quieren ser como el mejor
Pero a mí nadie me iguala
Me subestimaron y ahora mírenme
Sólidos son mis pasos, qué fácil lo hago ver
Recuerdo cuando en mi plato no había qué comer
Y ahora el bolsillo está sobrepeso, jeje
El mundo en el que vivo es solo pa' los bravos
El que flaquea, corrido se termina quitando
Aquí solo lo logran, pero son unos cuantos
A mí no me cuentes ahí porque tengo mi propio canto, uoh
Este es J-O-C, no te equivoques, ah
GreenHouse, la compañía más ijaepu, ah, no somos iguales
Uma Carta para Meu Passado
Uma carta do meu passado
Olha tudo que a gente conquistou
A quem trai, a gente silencia
Dinheiro e respeito sempre juntos, uoh
Sempre ganhamos na adversidade
Querem me parar, mas não vou desistir
Coloquem o pé, coloquem a mão
Aqui a gente corta e eles vão de janta
E vejam como estou subindo
Que fácil estou fazendo
Ou não estão ouvindo que
'Tô caminhando e vocês correndo
A pressão estão sentindo
De cima estão caindo, ah, ah, ah
Mamãe dizia que quando eu crescesse eu ia dar trabalho
Meus desamores não são desamores porque são só paixões de escola
Olhem pra mim e me observem, seus otários, que grande diferença
A vida me deu e eu soube aguentar, agora aguentem o que vier, ah
Esses otários acham que porque me veem de longe dizem que me conhecem
Otário, você não me conhece, ah, e se quiser me conhecer, vem pra cima
Sou como cara cortada
Tenho o que derruba arquibancadas
Nem na minha sombra confio
Pra tudo tenho uma álibi
Ninguém morre à toa, seus otários, em guerra avisada
Jogou uma granada e se estourou as patas
Nesta vida que me deu tão duro já sei quem sou
Sempre alerta, sempre ativo, sempre com o comboio
E mesmo que vamos contra a corrente nadando como o peixe koi
Focamos na meta porque pra lá que eu vou
Vocês são cópias baratas
Sempre a mesma ladainha
Vocês sem suas conexões
Todos são uns fracassados
Entraram na quadra
Mas estão no banco
Querem ser como o melhor
Mas pra mim ninguém se iguala
Me subestimaram e agora olhem pra mim
Meus passos são sólidos, que fácil eu faço parecer
Lembro quando no meu prato não tinha o que comer
E agora o bolso tá pesado, hehe
O mundo em que vivo é só pra quem é valente
Quem vacila, acaba se retirando
Aqui só conseguem, mas são poucos
Não me conte aí porque eu tenho meu próprio canto, uoh
Esse é J-O-C, não se engane, ah
GreenHouse, a companhia mais foda, ah, não somos iguais