Para o Oblívio
Brisa gélida
Enquanto eu ando
Na aurora
Sono eterno
As paredes respiram
Enquanto eu falo
Comigo mesmo
A angústia se aproxima
refrão
Adorem minhas cinzas
Quando eu partir
Não deixem que eu desapareça
No oblívio
Meus sentidos sangram
Enquanto eu vejo
Meu corpo se afundar em
Infinito
Brisa gélida
Enquanto eu ando
Na aurora
Sono eterno